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TRISTEZA

Âncora da CNN Brasil assusta público ao encerrar programa aos prantos: “Dia difícil”

Foto de Tainá Falcão na CNN Brasil
Âncora Tainá Falcão chorou em telejornal (Foto: Reprodução/CNN Brasil)

Âncora do Bastidores CNN, Tainá Falcão assustou os telespectadores da CNN Brasil ao encerrar a edição do jornal aos prantos na última terça-feira (11). A profissional prestou solidariedade ao parceiro de bancada, Gustavo Uribe, que perdeu a mãe, antes de encerrar o programa.

“Antes de me despedir, eu queria só dizer que hoje é um dia muito difícil para a gente aqui nos Bastidores CNN. É um dia difícil, porque é um dia triste para uma das pessoas mais alegres que a gente conhece, que é o Gustavo Uribe. Eu queria dizer que a gente vai atravessar esse momento juntos”, declarou.

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Bastante emocionada, Tainá Falcão recebeu o apoio de Iuri Pitta, que seguiria a programação com o CNN 360. “Todos nós, Tainá. Todos nós juntos com o Uribe, um abraço grande para ele e toda a família dele”, afirmou o apresentador. A âncora da CNN Brasil se despediu e terminou a edição do programa chorando.

Nas redes sociais, telespectadores ficaram assustados com a reação da jornalista, já que ela não explicou o ocorrido ao vivo. “O que aconteceu com o Uribe? Me assustei com o seu choro, Tayná”, questionou um internauta no X, chamado Dannyllo Nascimento. “Gustavo Uribe perdeu sua mãe. Que Deus conforte seu coração e de sua família”, explicou Kelen Rossi.

Apresentador anunciou morte da mãe

Âncora da CNN Brasil, Gustavo Uribe usou o Instagram para prestar uma homenagem à mãe, nesta quarta-feira (12). “A mulher da minha vida se foi de maneira prematura. Minha mãe era generosa e otimista. Sacrificava sua felicidade pelo bem-estar dos outros. Em seu velório, fiquei sabendo pela primeira vez de pessoas que ela ajudou. E me lembravam como ela era bondosa e dedicada”, escreveu.

“[…] Era impossível não gostar dela. O destino me permitiu abraçá-la horas antes de sua morte abrupta. E a imagem da mão dela fechando a porta do elevador ficará para sempre em minha memória. Um conselho: sejam atenciosos com suas mães. Hoje eu sinto uma dor imensa de não ter dito mais vezes que a amava”, concluiu.

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