BRUNO CANTARELLI

Globo contrata ex-narrador da Cazé TV para reforçar GE TV

Narrador assume nova função em transmissão internacional e mantém projetos paralelos

Homem sorri em selfie diante de painel com logotipos da Globo e SporTV em ambiente corporativo
Bruno Cantarelli estreia como narrador na GE TV (foto: Reprodução/Internet)

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Bruno Cantarelli foi anunciado como novo narrador da GE TV. O ex-contratado da Cazé TV fez sua primeira transmissão nesta quarta-feira (8), durante o confronto entre Junior Barranquilla e Palmeiras, na Colômbia, pela Libertadores. Mesmo com o novo compromisso na Globo, o comunicador seguirá envolvido em outros projetos.
O narrador continuará à frente do Charla Podcast, que mantém forte presença nas plataformas digitais. Além disso, ele também seguirá participando das transmissões alternativas exibidas no Premiere, em um modelo que acompanha jogos do Campeonato Brasileiro. No projeto do Charla, a equipe realiza a cobertura de uma partida por rodada, explorando formatos diferentes de transmissão esportiva.
Recentemente, Bruno Cantarelli revelou detalhes de sua participação em um processo seletivo da FlaTV. O narrador afirmou que avançou até a fase final, mas acabou rejeitado após declarar sua torcida pelo Botafogo. “Em um primeiro momento na imprensa, muita gente achava que eu era Flamengo, porque cobri o clube por cinco anos. Recebi a proposta para ser narrador da FlaTV e cheguei até o último estágio do processo de aprovação”, contou em entrevista ao canal Olha Só.
Segundo o atual contratado da Globo, a decisão ocorreu após uma pergunta direta sobre sua preferência clubística. “Não tinham me feito uma pergunta sequer. Aí chega: ‘Qual é o seu time?’. Respondi: ‘Sou Botafogo’. E disseram: ‘Ah, você é Botafogo? Vamos ver se isso é um problema’. Depois veio a resposta: ‘Narrador botafoguense não pode’”, relatou.
Bruno Cantarelli também criticou a associação entre torcida e desempenho profissional. “Acho que as pessoas misturam muito. O mais importante é saber se a pessoa consegue ser profissional. Isso é obrigação. Você pode ter um time e, ainda assim, atuar com isenção. Muitos dirão: ‘Eu não conseguiria’. Mas esse é um problema seu, não meu”, afirmou.

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