Justin Baldoni apresentou um pedido para barrar testemunhas no processo movido por Blake Lively nos Estados Unidos. A disputa judicial entre os atores, que contracenaram em É Assim que Acaba (2024), deve ter novos desdobramentos antes do julgamento marcado para maio, em Nova York.
A atriz entrou com a ação em 2024 contra Justin Baldoni, a produtora Wayfarer e outros envolvidos, alegando assédio, difamação, invasão de privacidade e violações de direitos civis. Parte dessas acusações foi descartada pela Justiça, mas o caso segue com pontos considerados válidos.
De acordo com documentos judiciais, Justin Baldoni tenta impedir que relatos de pessoas ligadas ao projeto sejam usados no julgamento. Entre os nomes citados estão Jenny Slate e Colleen Hoover, autora da obra que inspirou o filme. O ator argumenta que os depoimentos são irrelevantes.
Ele classificou as alegações como “um conjunto heterogêneo de comentários constrangedores, confrontos menores e ofensas percebidas”. A defesa também questiona relatos envolvendo comentários sobre figurino e situações nos bastidores. Baldoni sustenta que esses episódios não têm relação direta com as acusações principais.
O pedido também envolve outras possíveis testemunhas indicadas por Blake Lively, como Liz Plank e Isabela Ferrer. Segundo o ator, nenhuma delas teria ligação direta com os fatos centrais do processo ou apresentado queixas formais durante as filmagens. Recentemente, o juiz responsável rejeitou 10 das 13 acusações apresentadas pela atriz, incluindo as de assédio sexual. Permanecem na ação pontos como quebra de contrato, retaliação e cumplicidade.


