No Fogo com Bronze estreia no dia 11 de maio no GNT e marca a nova aposta de Felipe Bronze na televisão. O reality reúne assadores, churrasqueiros e grelhadores de diferentes regiões do Brasil em uma disputa que valoriza técnica, emoção e criatividade. A principal novidade do formato está no julgamento às cegas, feito por degustadores.
O reality propõe uma dinâmica em que os participantes não são identificados durante a avaliação. O público presente prova os pratos sem saber quem os preparou e define o vencedor com base apenas no sabor. O modelo busca eliminar interferências externas e priorizar a experiência direta com a comida.
Felipe Bronze explicou o que motivou sua participação no projeto. “O que me atraiu no No Fogo com Bronze foi justamente essa possibilidade de sair do lugar comum. Me tira do controle absoluto e me coloca num lugar mais intuitivo, mais humano. Isso me provoca como cozinheiro”, disse à revista ELA.
O programa também destaca a diversidade gastronômica do país. Segundo o chef, diferentes regiões revelam formas distintas de lidar com o preparo na brasa. “Cada canto do país tem sua forma de lidar com o fogo, seja no churrasco do Sul, no peixe assado na folha no Norte ou no fogão improvisado no interior”, afirmou.
Felipe Bronze ressaltou que a relação com o fogo vai além da técnica. “O brasileiro cozinha na brasa para reunir, para celebrar. O programa acaba revelando essas camadas: a comida como identidade, como memória e como manifesto de região”, declarou ao comentar a proposta da atração. A dinâmica da competição também expõe o lado emocional dos participantes. “Falo de gente de verdade, colocando ali o que tem dentro. A brasa não permite máscaras, ou você se conecta ou se perde”, disse o apresentador.
O julgamento às cegas é o principal diferencial do formato. “Isso traz uma honestidade muito grande pra competição. É um retorno à essência: cozinhar para o outro, sem intermediários, sem filtros”, afirmou Felipe Bronze. O chef também comentou o impacto desse modelo na disputa. “Arrisco dizer que é tremendamente mais difícil, inclusive, que cozinhar no restaurante. No programa, fico tão às cegas que até me permito relaxar e simplesmente cozinhar”, explicou.


