INACREDITÁVEL

Diretor despacha Oscar no aeroporto de NY e estatueta some

A TSA impediu que Pavel Talankin, codiretor de Um Zé Ninguém Contra Putin, levasse o prêmio como bagagem de mão por considerá-lo uma arma em potencial

Homem de smoking segura estatueta do Oscar sorrindo em evento noturno com convidados ao fundo
Estatueta do Oscar de Melhor Documentário desaparece após ser retido no aeroporto JFK (foto: Reprodução/Internet)

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A estatueta do Oscar conquistada pelo documentário Um Zé Ninguém Contra Putin (Mr Nobody Against Putin) desapareceu após ser retida pela segurança do aeroporto JFK, em Nova York. O codiretor David Borenstein afirmou que Pavel Talankin, codiretor e personagem do filme, embarcou para a Europa levando o prêmio como bagagem de mão.

“Chegou ao JFK pronto para voar de volta para a Europa, levando o Oscar como bagagem de mão. Eu tirei aqui a primeira foto dele, a caminho da saída”, escreveu Borenstein, nas redes sociais. Segundo o relato, um agente da TSA (Administração de Segurança dos Transportes, na sigla em inglês) impediu que a estatueta fosse levada na cabine por considerar que ela poderia ser usada como arma.

Sem mala despachada, Pavel Talankin teve de colocar a estatueta do Oscar em uma caixa e enviá-lo no porão do avião, em um voo de Nova York para Frankfurt, na Alemanha. Borenstein diz que o troféu não apareceu quando o cineasta desembarcou na Alemanha e pediu ajuda da TSA e da companhia aérea para localizar o item.

“Procurei e não encontrei um único outro caso de alguém sendo obrigado a despachar uma estatueta do Oscar. Será que Pavel teria sido tratado da mesma forma se fosse um ator famoso? Ou se falasse inglês fluentemente?”, questionou o codiretor, também nas redes sociais. As informações foram divulgadas pela revista People.

Um Zé Ninguém Contra Putin venceu o Oscar de Melhor Documentário e tem Pavel Talankin como protagonista, ao registrar o ambiente em uma escola primária na Rússia durante a guerra na Ucrânia. O filme mostra exigências do governo russo sobre representações patrióticas da invasão iniciada em 2022. O executivo deixou a Rússia em 2024 após reunir imagens e relatar que a polícia monitorava sua casa.

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