FILTRO RÍGIDO

Influenciadora veta candidatos que comem fast-food em vaga para personal de glúteos

Seleção para novo treinador de glúteos gerou debate após exclusão de profissionais que consomem esse tipo de comida

Karol Rosalin posa em academia com macacão esportivo marrom durante selfie entre aparelhos de musculação
Karol Rosalin abre vaga para personal de glúteos e veta candidatos que comem fast-food (fotos: Divulgação)

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A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, conhecida internacionalmente como a “mulher fitness perfeita”, chamou atenção ao abrir uma seleção para contratar um personal trainer especializado em glúteos. O processo ganhou repercussão após a criadora de conteúdo descartar candidatos que consomem fast-food com frequência. Segundo ela, o critério não está ligado à aparência física, mas à coerência entre o discurso profissional e os hábitos praticados fora da academia.

A busca por um novo treinador começou depois que Karol Rosalin decidiu trocar de personal e anunciou a vaga nos Stories do Instagram. Os interessados precisaram responder perguntas sobre treinos, alimentação e estilo de vida. “Vejo muita gente ensinando disciplina na internet, falando sobre alimentação equilibrada e qualidade de vida, mas vivendo exatamente o contrário. Eu queria alguém que praticasse aquilo que recomenda aos alunos. Para mim, o exemplo vale tanto quanto o conhecimento técnico”, afirma.

Durante a triagem, a influenciadora passou a eliminar profissionais que relataram consumir fast-food com frequência. A decisão rapidamente se tornou o ponto mais comentado da seleção. “Não me interessa contratar alguém que passa a semana inteira falando sobre alimentação saudável e vive de fast-food. Ninguém precisa ser perfeito, mas existe uma diferença entre uma exceção e um hábito. Se o profissional vende uma metodologia baseada em disciplina, ele precisa ser o primeiro a acreditar nela”, explica.

Karol Rosalin mantém posição após debate

A exigência dividiu opiniões nas redes sociais. Parte dos seguidores apoiou a medida e argumentou que treinadores devem servir de exemplo aos alunos. Outros consideraram o filtro excessivamente rigoroso. Apesar das críticas, Karol Rosalin afirmou que seguirá com os mesmos critérios e pretende mostrar os bastidores da escolha em vídeo. “Cada pessoa tem o direito de pensar diferente. Eu apenas defini o perfil que procurava para me acompanhar. O corpo que a gente vê é resultado das escolhas que ninguém vê. Foi isso que eu procurei nessa seleção”, conclui.

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