ALVO DE AÇÃO

Celso Portiolli reage a processo por supostos maus-tratos a uma rã e faz pedido à Justiça

Apresentador afirma que apenas comandou o Domingo Legal e contesta alegações de sofrimento do animal

Celso Portiolli segura uma rã e um microfone no palco do Domingo Legal com cenário iluminado ao fundo
Celso Portiolli pediu para ser retirado de processo sobre suposto maus-tratos a uma rã no Domingo Legal (foto: Reprodução/SBT)

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Celso Portiolli pediu à Justiça para ser retirado de uma ação que apura supostos maus-tratos a uma rã exibida em um quadro do Domingo Legal, no SBT. O apresentador apresentou sua defesa na última semana e negou qualquer irregularidade envolvendo o animal. Nos autos, ele argumenta que sua participação se restringiu à apresentação do programa e não à criação ou execução do quadro.

Segundo a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, a defesa do comunicador afirma que a participação da rã na atração foi breve e contesta as acusações de sofrimento. O documento classifica como exageradas as alegações de que o animal teria passado por estresse ou desconforto capazes de caracterizar maus-tratos. O pedido inclui a exclusão de Celso Portiolli do grupo de réus da ação.

A Ação Civil Pública foi apresentada por entidades de defesa animal. As organizações sustentam que a rã foi submetida a condições inadequadas durante a gravação, como manuseio inadequado e exposição intensa a sons e iluminação. Para os autores do processo, essas circunstâncias teriam provocado estresse significativo ao animal, o que justificaria a responsabilização dos envolvidos na exibição do quadro.

Celso Portiolli questiona provas do processo

Na manifestação enviada à Justiça, Celso Portiolli também argumenta que situações momentâneas de estresse não podem ser interpretadas automaticamente como maus-tratos. A defesa afirma que não há elementos que comprovem dor, trauma ou qualquer consequência física para a rã. O apresentador reforça ainda que não participou das decisões relacionadas à produção do conteúdo exibido no Domingo Legal.

Outro ponto levantado pelos advogados do comunicador envolve a ausência de exames no animal. Segundo a defesa, o parecer técnico veterinário anexado ao processo foi elaborado a partir da observação de imagens e vídeos. Enquanto o caso segue em análise, continua valendo a decisão da Justiça de São Paulo que exige autorização prévia de um veterinário e protocolos específicos para o uso de animais na programação do SBT.

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