CONTROVÉRSIA

Sensitiva reage à previsão de invasão alienígena na Copa: “É sensacionalismo”

Izadora Morais afirma que previsões sem responsabilidade prejudicam quem trata a mediunidade com seriedade e respeito

Vini Jr. de costas cumprimenta Neymar com uniforme da seleção brasileira ao lado de retrato de Izadora Morais segurando cartas de tarô
Vini Jr, Neymar e Izadora Morais; sensitiva alerta sobre uso irresponsável da mediunidade (fotos: Divulgação)

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A sensitiva Izadora Morais criticou a previsão de uma invasão alienígena durante um jogo do Brasil na Copa do Mundo, após o episódio ganhar repercussão nas redes sociais e não se confirmar. Para ela, o caso expõe o uso irresponsável da espiritualidade em busca de audiência, visualizações e destaque na internet.

“Isso, para mim, é sensacionalismo barato. Espiritualidade não é brincadeira, não é palco e não é disputa para ver quem faz a previsão mais absurda. Quando a pessoa fala em plano espiritual, em guia, em entidade, em oráculo, ela precisa ter responsabilidade. Não dá para usar isso só porque dá audiência”.

Izadora Morais aponta impacto das previsões exageradas

Segundo Izadora Morais, declarações desse tipo podem chamar atenção, mas também prejudicam profissionais que atuam com seriedade. Ela avalia que previsões sem fundamento alimentam dúvidas sobre o trabalho de médiuns e sensitivos que estudam e respeitam a espiritualidade, além de provocar medo desnecessário entre parte do público.

“Falar que vai acontecer uma coisa absurda, colocar medo nas pessoas e depois simplesmente não acontecer nada… e aí? Fica por isso mesmo? Quem responde? O problema é que esse tipo de coisa faz muita gente olhar para todos os médiuns e sensitivos com menosprezo. E não é assim. Tem muita gente séria, que estuda, que respeita a espiritualidade e que não vive de criar bizarrice”, dispara.

Sensitiva faz alerta sobre responsabilidade pública

A vidente também afirmou que nem toda intuição ou sonho deve ser tratado como uma revelação. Para ela, transformar qualquer percepção em profecia pública gera confusão, interfere na fé das pessoas e estimula ansiedade. Izadora defende que mensagens espirituais exigem cautela antes de serem divulgadas amplamente.

“O bizarro vende, eu sei. Quanto mais estranho, mais gente comenta. Mas a espiritualidade de verdade não precisa disso. Não precisa de terrorismo, não precisa de previsão mirabolante, não precisa de marketing do medo. Precisa de verdade, respeito e pé no chão”, completa. “Não é porque você tem seguidores que qualquer coisa que passa pela sua cabeça vira missão espiritual. Tem coisa que é só ego querendo cinco minutos de fama”, detona.

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