Ex-apresentadora do Vídeo Show cria comércio de bolsas de luxo

Conhecida por ter apresentado o Vídeo Show, Fiorella Mattheis virou empresária do ramo de luxo (foto: Reprodução/Redes Sociais)
Conhecida por ter apresentado o Vídeo Show, Fiorella Mattheis virou empresária do ramo de luxo (foto: Reprodução/Redes Sociais)
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Fiorella Mattheis, ex-apresentadora do Vídeo Show, deu uma entrevista a revista Vogue falando sobre seu novo empreendimento: a Gringa. Um e-commerce que já vendeu mais de mil bolsas de luxo, arrecadou mais 200 mil reais para doação e já fatura alguns milhões. Ela revelou a estratégica para colocar no ar em meio à pandemia a startup que promove moda circular.

Foi a partir da sua própria experiência comprando e vendendo que a atriz e apresentadora enxergou um mercado para empreender no Brasil, um desejo que já tinha há alguns anos. “Como consumidora foi muito inspirador, inteligente e sustentável. Quando voltei, não encontrei um serviço tão especial, com curadoria e que tornasse a moda circular algo fácil de fazer”, contou.

Ao longo de 2019, ela estudou, buscou investidores e fez entrevistas para dar vida à Gringa, e-commerce de bolsas de luxo que funciona por consignação e tem serviços como concierge. Ela tirou a empresa do papel em março de 2020, mas, devido à pandemia, o site foi ao ar em junho. Por conta das medidas de quarentena, a Gringa já nasceu remota e Fiorella Mattheis se viu fazendo um pouco de tudo.

“Começou em clima de startup mesmo: a garagem de casa no caso era meu quarto de hóspede, a varanda era o estúdio onde fazíamos fotos de produtos e eu empacotava as bolsas no meu escritório. Sempre soube que se eu fosse empreender, não seria um side job. Eu sou superfocada. Se é pra fazer, vou fazer dar certo do jeito que eu acredito, com o potencial que tem”, disse ela, que em 2019 deixou o elenco do programa Vai que Cola após 7 anos para se dedicar somente ao novo projeto.

A empresa da ex-Vídeo Show já conta com uma equipe de 12 pessoas e um espaço no Rio de Janeiro. Para começar a Gringa, a modelo teve o apoio de cinco investidores e se prepara para ter em breve a primeira rodada e captação com bancos de investimento de startups. Em dezembro, a empresa foi uma das 57 selecionadas para o programa de aceleradoras de startups Latitud e uma das 12 escolhidas para fazer um pitch (apresentação de empreendedores em busca de capital) para fundos do mundo todo.

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