FAMÍLIA REAL

Príncipe Harry se incomoda com comparações ao príncipe Andrew

Fontes apontam frustração antiga com tratamento desigual

Dois homens vestindo ternos escuros aparecem em primeiro plano durante cerimônia pública ao ar livre. O homem à frente, ruivo e com barba, tem expressão séria e usa medalha pendurada no pescoço; atrás dele, um homem mais velho de cabelos brancos também mantém semblante solene. Ao fundo, uma multidão desfocada sugere evento oficial ou homenagem.
Harry sempre se incomodou com comparações a Andrew (foto: Reprodução/Internet)

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A insatisfação do príncipe Harry com as constantes comparações ao tio, o ex-príncipe Andrew, não é recente. Segundo fontes ouvidas pela revista People, o desconforto do duque de Sussex já existia antes dos acontecimentos mais recentes envolvendo a família real britânica.

“Ele estava frustrado com as comparações. Nunca foi justo colocá-los no mesmo saco”, afirmou uma fonte. “Harry serviu ao seu país, fez o trabalho bem feito e nunca se envolveu em má conduta, mesmo assim, perdeu a segurança e a moradia, enquanto Andrew foi protegido por anos”, declarou.

O cenário ganhou novos contornos após a prisão de Andrew, sob suspeita de má conduta em cargo público. Ele é investigado por supostamente ter compartilhado dados confidenciais com Jeffrey Epstein (1953-2019) enquanto atuava como enviado comercial do Reino Unido. Andrew nega as acusações e ainda não foi formalmente denunciado. “É triste e constrangedor para toda a família. Isso deixa uma mancha em todos”, disse a fonte.

Para Harry, a situação reforça o que ele considera uma disparidade no tratamento interno da monarquia. Em 2020, ao deixar as funções reais ao lado de Meghan Markle, ele perdeu o suporte de segurança pública. Andrew, por outro lado, manteve privilégios por anos mesmo sob intenso escrutínio público.

A questão foi abordada na biografia Spare (2023), na qual Harry relatou ter ficado chocado com a retirada de sua proteção enquanto o tio permanecia amparado pelo sistema. Em entrevista à BBC, o príncipe chegou a sugerir que a decisão refletia uma “conspiração do establishment”. Até o momento, apenas o rei Charles III comentou o caso, garantindo total cooperação com as autoridades.

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