KAROL ROSALIN

Influenciadora expõe suposto ‘golpe’ para gerar herdeiro do fundador do Telegram

Madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé relata proposta baseada em perfil genético

Karol Rosalin de biquíni azul segura tigela com ovos em cozinha ao lado de print de mensagem em inglês sobre suposto projeto genético de Pavel Durov
Karol Rosalin recebeu mensagem para supostamente gerar mais um herdeiro de Pavel Durov, fundador do Telegram (fotos: Reprodução)

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A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé, afirmou ter recebido mensagens envolvendo a geração de um herdeiro para o fundador do Telegram. Segundo ela, o contato foi feito por um homem que se apresentou como integrante da equipe do empresário russo Pavel Durov. O caso foi exposto pela modelo em suas redes sociais.

Karol Rosalin publicou em seu perfil o print da mensagem recebida. No texto, o remetente afirmava que, após uma análise objetiva do perfil genético, da simetria corporal e da saúde metabólica, ela teria sido identificada como compatível com padrões buscados. De acordo com a influenciadora, a abordagem foi estruturada e extremamente detalhada.

Abordagem e denúncia de Karol Rosalin

“Falavam em continuidade genética, em herdeiro e em compatibilidade biológica. Era como se estivessem avaliando características técnicas. Aquilo me soou como seleção em catálogo”, afirma a influenciadora. Ela diz que não respondeu à mensagem e passou a tratar o episódio como um possível golpe aplicado por meio de aplicativos de conversa e redes sociais.

A influenciadora acredita que a exposição internacional atrai contatos perigosos. “Quando você ganha projeção internacional, começam a surgir contatos de todo tipo. Já recebi propostas inusitadas antes, mas essa envolvia algo muito sério. Preferi expor para alertar”, diz Karol Rosalin. Segundo ela, o texto mencionava que o dono do Telegram possui diversos filhos biológicos pelo mundo.

Posicionamento contra a objetificação

Para a madrinha de bateria, tornar o episódio público foi uma forma de estabelecer fronteiras sobre sua imagem. “Existe diferença entre reconhecimento profissional e objetificação. Uma coisa é reconhecer meu trabalho. Outra é me tratar como projeto reprodutivo”, declara. Ela relata que já recebeu convites para ser guia de compras e até acompanhante exclusiva em outros países.

A modelo reforça que decidiu expor o conteúdo para marcar sua posição. “Eu quis deixar claro que não é normal transformar uma mulher em oportunidade genética. E também alertar outras pessoas sobre possíveis golpes usando nomes conhecidos”, conclui Karol Rosalin. A influenciadora segue com suas atividades no mercado fitness após o alerta.

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