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SBT muda programação e escala A Usurpadora para abrir nova faixa de novelas

Versão mais recente do folhetim, produzida em 2019, passará a ser transmitida no início da madrugada, à 1h30 da manhã

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao celular com expressão séria em área externa de jardim, diante de uma casa elegante com plantas e luminárias ao fundo.
A Usurpadora passará a ocupar madrugadas do SBT (foto: Reprodução/SBT)

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O SBT promoverá mais uma mudança significativa em sua programação a partir da próxima segunda-feira (16). Depois de dois anos, a faixa de podcasts da madrugada será tirada do ar para dar espaço para um novo horário de teledramaturgia. Transmitida originalmente em 2021, no horário nobre, a versão mais recente de A Usurpadora — produzida em 2019 — passará a ser exibida de segunda a sexta-feira, à 1h30 da manhã, depois do Operação Mesquita e antes do slot de programas locais das afiliadas da emissora.

Procurado pela reportagem do TV Pop, o SBT confirmou a mudança em sua programação. A nova versão de A Usurpadora mantém a premissa central da obra clássica, mas leva a história para o cenário político. Na trama, as irmãs gêmeas Paola e Paulina, interpretadas por Sandra Echeverría, passam a ocupar o posto de primeira-dama. Na adaptação, o personagem Carlos Daniel dá lugar a Carlos Bernal, vivido por Andrés Palacios, presidente do país.

A mudança de ambientação coloca o conflito familiar no centro do poder político. Dessa forma, a disputa entre as irmãs ganha impacto e envolve um plano que alterará a vida da população e o destino do governo. A história começa com a insatisfação de Paola em relação à própria rotina como primeira-dama. Descontente com a vida pública, ela aceita a proposta de seu amante, Martín, interpretado por Juan Martín Jáuregui. O homem diz que pretende ir para um lugar distante e sugere que a companheira abandone tudo para iniciar uma nova fase ao seu lado.

Como é a nova versão de A Usurpadora?

Antes de partir, porém, a vilã descobre que tem uma irmã gêmea idêntica. A revelação muda o rumo do plano. Paola decide convencer Paulina a assumir sua identidade por um período. A ideia é usar a substituição durante um evento presidencial para executar um atentado que permitiria simular a própria morte diante do país. O plano segue adiante quando Paulina aceita assumir o lugar da irmã e passa a se apresentar como Paola Bernal. Durante um evento oficial transmitido para todo o país, ocorre o atentado planejado.

A protagonista acaba baleada diante do público e é levada com urgência para um hospital após o ataque. Convencida de que a estratégia funcionou, Paola acredita que conseguirá desaparecer e começar uma nova vida ao lado de Martín. A vilã passa a agir com tranquilidade ao imaginar que a irmã morreu e que sua identidade jamais será questionada pelas autoridades. Contudo, isso irá mudar, já que Paulina sobrevive ao atentado.

A revelação coloca em risco todo o planejamento de Paola. Diante disso, a antagonista comunica ao comparsa que a irmã precisa morrer para que o plano não seja descoberto e para que sua fuga continue sem levantar suspeitas. A sobrevivente, por sua vez, toma uma decisão que altera o rumo da história. Paulina resolve assumir definitivamente o papel de primeira-dama e passa a viver no lugar da irmã. A escolha inicia um novo conflito, já que Paola tentará provar que a mulher diante do país é uma impostora para recuperar o poder.

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