A CNN Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 na liderança entre os canais de notícias no YouTube. A emissora acumulou 332,5 milhões de visualizações entre janeiro e março, superando concorrentes diretos e ampliando presença no ambiente digital. O resultado coloca a rede fundada pelo empresário Rubens Menin no topo do ranking, com vantagem expressiva sobre outras marcas jornalísticas relevantes do país, segundo dados obtidos pela reportagem do TV Pop com fontes do mercado.
Além disso, a CNN Brasil abriu vantagem de 549% em relação à GloboNews, que estreou na plataforma em agosto de 2025 e somou 51,2 milhões de views entre janeiro e março. O desempenho também supera o SBT News, que registrou 258 milhões, e o Band Jornalismo, responsável por reunir conteúdos da TV aberta e do BandNews TV, com 216,9 milhões de visualizações.
Outro dado relevante mostra que a CNN Brasil ultrapassou portais tradicionais do jornalismo nacional. O canal obteve mais acessos que o G1, com 220,1 milhões, e que o UOL, que registrou 288,7 milhões no trimestre. Com isso, a marca amplia sua competitividade não apenas entre canais televisivos, mas também no universo digital livre e gratuito, em que todos os players podem competir com as mesmas condições de distrubição de conteúdo.
CNN Brasil também lidera na televisão
O crescimento da CNN Brasil ganhou força especialmente em março, quando o canal atingiu 143,5 milhões de visualizações. O número representa um avanço de 89% em relação a fevereiro e de 27% na comparação com janeiro. No mesmo intervalo, a rede também anotou a entrada de 150 mil novos inscritos em sua base. O desempenho no YouTube reforça a estratégia multiplataforma adotada pela CNN Brasil, que mantém produção contínua de conteúdo e presença ativa nas plataformas digitais.
Na televisão linear, como antecipado em primeira mão pela reportagem do TV Pop, a CNN Brasil empatou pela primeira vez com a GloboNews na televisão por assinatura em março. Os índices consolidados do mês indicam que o canal da família Menin teve 11,1 milhões de telespectadores únicos no payTV, apenas 2% a menos que a rival no mesmo período — de acordo com as regras matemáticas de arredondamento, as duas redes dividiram o posto de líderes de alcance no ecossistema dos canais pagos de notícias, em que a TV da Globo nadou de braçada durante décadas.


