Adriana Araújo relembrou a emoção de sua primeira entrada ao vivo no Jornal Nacional durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil. A âncora do Jornal da Band contou que chorou após aparecer em rede nacional pela primeira vez em 1995 e detalhou que o momento aconteceu depois de uma reportagem exibida diretamente da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.
A jornalista afirmou que entrou na Globo como estagiária em 1994 e inicialmente trabalhou como editora. Apesar disso, desejava atuar como repórter. “Aconteceu aquela conjunção dos astros. No Natal de 1995, dois repórteres saíram, e no plantão não tinha repórter”, declarou Adriana Araújo.
A reportagem tratava da iluminação de Natal em Belo Horizonte. A âncora do Jornal da Band explicou que ainda tinha pouca experiência em entradas ao vivo e enfrentou forte pressão durante a transmissão. “O Jornal Nacional, naquela época, você tinha um tempo cronometrado. E tinha um tal de ‘não pode errar’. Não era tão natural como é hoje”, afirmou.
A jornalista contou que o texto da entrada ao vivo passava por várias aprovações antes da transmissão. “Você tinha que cumprir o texto que você aprovou com vários editores, que o chefe do Jornal Nacional, no Rio, já tinha aprovado. No seu ponto [eletrônico], as pessoas ficavam: ‘Não pode errar, não pode estourar o tempo’”, relembrou Adriana Araújo.
Depois da participação, a âncora do Jornal da Band disse que permaneceu imóvel para ter certeza de que havia saído do ar. “Quando passei para a repórter de Florianópolis, fiquei como uma estátua, para ter certeza de que tinha saído do ar. Quando acabou, eu sentei na sarjeta da Praça da Liberdade, no coração de Belo Horizonte, no meio-fio, e desabei a chorar”, contou.


