A cinebiografia Michael ultrapassou a marca de US$ 700 milhões em arrecadação mundial e se transformou na segunda maior bilheteria de 2026 até o momento. O longa segue em cartaz nos cinemas internacionais. Segundo dados divulgados pelo Box Office Mojo, o filme arrecadou o equivalente a R$ 3,5 bilhões na cotação atual.
A produção perde apenas para Super Mario Galaxy no ranking anual. Michael superou títulos como Devoradores de Estrelas, O Diabo Veste Prada 2 e Cara de Um, Focinho de Outro. O longa também registrou a maior estreia da história entre cinebiografias lançadas nos cinemas.
Com orçamento estimado em US$ 200 milhões, o filme entrou para a lista das produções biográficas mais caras já realizadas pela indústria cinematográfica. Mesmo diante das críticas, a recepção do público foi considerada positiva. Entre as avaliações negativas recebidas pela produção, críticos citaram ritmo considerado lento e ausência de episódios importantes da trajetória de Michael Jackson ao longo da narrativa exibida nas telonas.
A história acompanha a vida do cantor desde os tempos de liderança nos Jackson Five até a transformação em um dos artistas mais populares da música mundial. O roteiro também aborda ambição artística e carreira internacional. Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, interpreta o cantor em parte da produção. O ator Juliano Valdi também vive o artista em outra fase da vida, mostrada durante o desenvolvimento da narrativa cinematográfica.


