Tom Hanks estreará como narrador de uma série documental sobre a Segunda Guerra Mundial produzida pelo History Channel. Intitulada Segunda Guerra Mundial com Tom Hanks, a produção terá 20 episódios e utilizará imagens raras do conflito combinadas com análises de especialistas. O projeto pretende reconstruir acontecimentos históricos marcantes do período e aprofundar os impactos humanos, políticos e econômicos provocados pela guerra em diferentes partes do mundo.
Além da narração, Tom Hanks também atua como produtor da série documental. O ator construiu parte da carreira ligada a produções ambientadas na Segunda Guerra Mundial, como O Resgate do Soldado Ryan (1998), Irmãos de Guerra (2001), O Pacífico (2010), Greyhound: Na Mira do Inimigo (2020) e Mestres do Ar (2024). Agora, ele retorna ao tema em um projeto voltado à reconstrução histórica dos principais eventos do conflito mundial.
A série abordará desde a ascensão do nazismo e o expansionismo japonês até a derrota das potências do Eixo em 1945. Entre os acontecimentos retratados estarão o ataque a Pearl Harbor, a campanha de Guadalcanal, a batalha de Stalingrado, o Dia D na Normandia, a ofensiva final sobre Berlim e os bombardeios nucleares de Hiroshima e Nagasaki no Japão durante o encerramento da guerra.
Segundo a produção, o diferencial do documentário será a atenção dedicada às consequências humanas e econômicas do conflito. O projeto também destacará o impacto da indústria bélica, os avanços tecnológicos utilizados durante a guerra e os horrores do Holocausto. A série pretende mostrar como decisões políticas e militares afetaram milhões de pessoas ao redor do mundo durante e depois do confronto internacional iniciado em 1939.
“Quando eu era criança, cada um dos adultos que cuidavam de mim tinha um olhar sobre a guerra”, declarou Tom Hanks ao comentar a importância do projeto. O ator afirmou que muitas pessoas daquela geração dividiam a vida entre antes, durante e depois da guerra. “O mundo é um lugar melhor quando todos os seus cidadãos são considerados detentores de certos direitos inalienáveis”, afirmou.


