Endrick revelou que encontrou uma forma diferente de ampliar seu aprendizado desde que passou a atuar no futebol europeu. O atacante afirmou que aproveita viagens e períodos fora dos gramados para estudar a história dos clubes, cidades, estádios e jogadores que marcaram época. Segundo o atleta, o hábito o ajuda a compreender melhor os ambientes em que trabalha e a cultura que cerca cada instituição.
Em entrevista à revista Quem, antes de se apresentar à Seleção Brasileira, Endrick explicou que busca informações sobre os locais por onde passa e sobre personagens históricos ligados ao esporte. O jogador destacou que a facilidade de acesso ao conhecimento permite aprofundar esse interesse por meio de vídeos, leituras e pesquisas realizadas durante a rotina profissional.
“Eu estudo as coisas como posso. A história dos clubes, das cidades deles, dos grandes jogadores, dos estádios. Aproveito as viagens, assisto a vídeos, leio algumas coisas”, afirmou. O atacante ressaltou que esse interesse não está relacionado apenas à curiosidade pessoal. Para ele, compreender a cultura local e conhecer os ídolos que ajudaram a construir a identidade de cada clube representa uma forma de demonstrar respeito pela história do futebol e pelas pessoas que fizeram parte dela.
“Hoje não é difícil aprender um pouco sobre os lugares, sobre as pessoas. Isso é importante no futebol. Saber para onde a gente vai. Do que eles gostam? Quem se saiu bem lá?”, explicou. Atualmente, Endrick atua no Lyon por empréstimo do Real Madrid. O acordo foi firmado no fim de dezembro do ano passado e tem validade até o encerramento da temporada 2025/26. A passagem pela Europa ampliou o contato do atleta com diferentes culturas e reforçou um hábito que ele afirma cultivar há bastante tempo.
O interesse por figuras históricas do esporte já havia chamado atenção anteriormente. Quando chegou ao futebol europeu, Endrick mencionou Bobby Charlton (1937-2023) entre seus grandes ídolos. Como o ex-jogador inglês atuou principalmente nas décadas de 1950 e 1960, a declaração gerou repercussão e brincadeiras entre torcedores e companheiros.
O atacante explicou que conheceu Charlton por meio de videogames e que costuma buscar referências em diferentes períodos da história do futebol. A admiração pelo campeão mundial de 1966 acabou rendendo ao brasileiro o apelido de “Bobby” durante sua passagem pelo Real Madrid. “Eu gosto muito de história”, declarou.


