Roberto Kovalick fala de perrengues na Globo e diz ter tido crise de choro

Roberto Kovalick revelou ao Conversa com Bial ter tido crise de choro nos bastidores da Globo (foto: Reprodução/TV Globo)
Roberto Kovalick revelou ao Conversa com Bial ter tido crise de choro nos bastidores da Globo (foto: Reprodução/TV Globo)
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Em entrevista ao Conversa com Bial, Roberto Kovalick abriu o jogo e narrou alguns dos perrengues vividos por ele em suas mais de três décadas de carreira. O apresentador do Hora 1 contou ter passado por apuros enquanto atuou como correspondente internacional no Japão e revelou que, durante a cobertura de um terremoto, teve medo que a sua mulher estivesse morta. “Eu confesso que entre uma entrada ao vivo e outra, batia o desespero. Eu falava para o Brasil, ‘pelo amor de Deus, localiza minha mulher, localiza a Karina [mulher do âncora, também é jornalista], eu não sei se ela tá viva, se ela está morta’. Mas a gente tem o dever profissional de seguir em frente”, admitiu.

O episódio citado pelo apresentador é o forte terremoto que abalou o Japão em 11 de março de 2011. Naquele dia, o jornalista peregrinou pelos telejornais da Globo e fez entradas ao vivo para todos eles, do Bom Dia Brasil ao Jornal da Globo. “A nossa produtora não conseguia falar com ninguém. Foi desesperador. Mas enfim, a adrenalina ajuda nessas horas. A tensão e o estresse nos fazem ir adiante em uma hora dessas”, desabafou.

“Por algum motivo, eu falava com o Brasil, tanto que a gente estava ao vivo o tempo todo, mas não conseguia falar com a minha mulher, ela estava em Tóquio e foi um terror também. Eu estava ao sul, onde não deu pra sentir o terremoto. Mas eu não conseguia falar com ela. Eu não sabia se ela estava viva, se estava morta. Muitas vezes eu chorei entre uma entrada ao vivo e outra”, contou Roberto Kovalick.

Ainda na entrevista ao programa da Globo, o atual apresentador do Hora 1 disse que não foi o único a passar por momentos de tensão durante a cobertura do terremoto. “O Suzuki, que era o repórter cinematográfico daquele dia, tinha uma mãe que já era bem velhinha e também estava desesperado, porque ela morava sozinha e, enfim… não sabia se a casa estava em pé ou não estava”, concluiu ele.

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