TONINHO DO PT

Afiliada da Globo produz documentário do mistério sobre morte de prefeito

Mistério sobre a morte de Toninho do PT virou documentário em afiliada da Globo (foto: Reprodução/EPTV)
Mistério sobre a morte de Toninho do PT virou documentário em afiliada da Globo (foto: Reprodução/EPTV)
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A EPTV aproveitou a semana em que a morte de Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, completou duas décadas para lançar uma série documental falando sobre o mistério envolvendo o assassinato do então prefeito de Campinas, executado em um atentado no final da noite de 10 de setembro de 2001. A produção, batizada de Toninho 20 Anos: A Verdade é Demais Para Nós?, tem duração de 45 minutos e é fruto de uma parceria do G1 regional com a afiliada da Globo no interior de São Paulo e foi produzido pela agência LZP, e conta os bastidores sobre a investigação do crime que acabou prescrevendo sem solução.

O documentário, que foi exibido na sexta (10) e no sábado (11) durante as edições do EPTV1, que equivale ao SP1 em Campinas, foi disponibilizado gratuitamente e na íntegra no portal de notícias da afiliada da Globo. A produção feita pelo departamento de Jornalismo da líder de audiência mostra arquivos, imagens e depoimentos inéditos do caso e é a primeira produção do gênero feita pela emissora em suas mais de quatro décadas no ar.

Para viabilizar a realização de Toninho 20 Anos: A Verdade é Demais Para Nós?, a EPTV mobilizou uma equipe de jornalistas da emissora e do portal G1 para analisar mais de 300 arquivos sobre a morte do então prefeito da cidade. Dentre os conteúdos revisitados pelos profissionais para compor a narrativa da produção, estavam inclusive cenas inéditas da noite do crime.

Por meio de um grande compilado de registros históricos, o documentário revisita o caso que chocou Campinas e revela pela primeira vez documentos que mostram a sobrecarga da Polícia Civil durante a investigação da execução.

Toninho do PT foi morto por um disparo que o atingiu na artéria aorta enquanto ele saía do Shopping Iguatemi na noite de 10 de setembro de 2001 e retornava para sua casa. Na época, ele estava há apenas oito meses como prefeito de Campinas. Para a família, o assassinato teve motivação política. Os familiares do ex-político defendem essa teoria por conta da atuação de Antônio da Costa Santos durante toda a sua vida pública, não só na prefeitura da cidade. Antes de ser eleito, o petista comprou briga com diversas empreiteiras, teve participação na CPI do Narcotráfico e denunciou irregularidades em contratos do VLT da região.

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