Avatar: Fogo e Cinzas segue em alta nas bilheteiras mundiais e já ultrapassou a marca de US$ 450 milhões em arrecadação internacional. Desse total, mais de US$ 100 milhões são provenientes dos Estados Unidos, onde o filme lidera o ranking de receitas segundo dados da Variety. A nova fase da saga mantém o fôlego nos cinemas, mas deve enfrentar maior concorrência na última semana do ano.
Entre os títulos que estreiam nos EUA nesta semana estão Marty Supreme, Anaconda e Song Song Blue, que podem representar uma divisão do público. Mesmo assim, o desempenho de Avatar: Fogo e Cinzas tem sido considerado sólido para um dos maiores lançamentos do ano, especialmente considerando seu alto investimento de produção.
Na trama, o enredo se passa um ano após os eventos de O Caminho da Água. Jake e Neytiri enfrentam o luto pela morte de Neteyam enquanto vivem entre o clã Metkayina. O conflito se intensifica quando eles cruzam com uma nova e hostil tribo Na’vi, o Povo das Cinzas, liderada por Varang, que se alia ao antigo inimigo Quaritch, em um embate com consequências devastadoras para Pandora.
As filmagens do terceiro longa começaram em setembro de 2017, na Nova Zelândia, em paralelo com o segundo filme da franquia. A produção se estendeu até dezembro de 2020, totalizando mais de três anos de gravações. Com orçamento estimado em US$ 400 milhões, Fogo e Cinzas está entre os filmes mais caros da história do cinema.
O diretor James Cameron, de 70 anos, revelou recentemente que pretende utilizar inteligência artificial generativa nas próximas sequências da franquia. Em entrevista ao programa Q with Tom Power, o cineasta explicou que busca acelerar o processo de produção. “Não quero passar mais oito anos da minha vida fazendo dois filmes de Avatar”, afirmou.


