NOVA CASA

Após deixar a Band, Galvão Bueno deve comandar programa no horário nobre do SBT

Narrador pode assumir as noites de quarta-feira com a atração Galvão e Amigos; locutor já tem contrato assinado para narrar a Copa do Mundo

Galvão Bueno usa paletó preto e óculos redondos enquanto fala no cenário azul do programa Galvão e Amigos na Band
Galvão Bueno durante o Galvão e Amigos na Band; programa pode ocupar a grade do SBT em 2026 (foto: Reprodução/Band)

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O apresentador Galvão Bueno deve ampliar sua parceria com o SBT ao longo de 2026. Além de narrar a próxima Copa do Mundo, ele negocia a transferência do programa Galvão e Amigos para a emissora. A atração deixou a grade de programação da Band no dia 22 de dezembro e está livre no mercado para negociações.

A direção do canal planeja exibir o formato nas noites de quarta-feira. Nos próximos dias, o horário vai abrigar provisoriamente o reality de namoro Love Taste, já que o Arena SBT, comandado por Benjamin Back, voltará para as segundas-feiras. A chegada definitiva do comunicador reforçaria a grade no ano do mundial de futebol e traria peso editorial.

A movimentação nos bastidores busca aproveitar o vínculo do locutor com a N Sports, da qual é um dos sócios. O canal esportivo da TV por assinatura será parceiro da rede fundada por Silvio Santos (1930-2024) na transmissão do torneio de seleções da Fifa. As informações são da coluna Canal D, do jornal O Dia, assinada por Gabriel de Oliveira, publisher do TV Pop.

SBT tem dificuldades para vender a Copa

A presença fixa de Galvão Bueno na grade pode ajudar o departamento comercial da rede. O SBT enfrenta dificuldades para vender as cotas de patrocínio da Copa do Mundo. Diante da baixa adesão inicial do mercado, a empresa precisou aplicar descontos de 90% nos valores originais de tabela para conseguir fechar os primeiros contratos.

O plano original previa a venda de cada cota por mais de R$ 626 milhões. No entanto, a emissora reduziu o preço final para cerca de R$ 60 milhões para viabilizar a operação. O investimento nos direitos de transmissão custou aproximadamente US$ 25 milhões às parceiras, que agora buscam recuperar o capital investido.

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