Avatar: Fogo e Cinzas ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial. O novo capítulo da franquia de James Cameron se tornou o primeiro longa-metragem de 2026 a atingir o valor, impulsionado por resultados acima do esperado na China e uma queda suave de 39% nas arrecadações nos Estados Unidos em sua quinta semana em cartaz.
Até a última quinta-feira (1), o filme acumulava cerca de US$ 948 milhões e, segundo estimativas do site The Numbers, deve arrecadar mais US$ 48 milhões no fim de semana apenas nos cinemas norte-americanos. A previsão atual é de que o longa termine sua trajetória com algo próximo de US$ 1,5 bilhão. Mesmo abaixo dos US$ 2,3 bilhões de seu antecessor, o número consolida o sucesso em um cenário industrial mais cauteloso.
Com isso, James Cameron se torna o único diretor da história do cinema com quatro filmes que ultrapassaram a casa do bilhão em bilheteria. Além de Fogo e Cinzas, o cineasta já alcançou o marco com Avatar (2009), Titanic (1997) e Avatar: O Caminho da Água (2022). A nova produção reafirma o apelo global da franquia, mesmo com o mercado cinematográfico ainda se ajustando ao pós-pandemia.
No enredo, Jake Sully e Neytiri enfrentam o luto pela morte de Neteyam e são forçados a tomar decisões difíceis após a chegada de uma frota de navios mercantes a Pandora. O conflito central envolve a tribo Mangkwan, um grupo Na’vi que rejeita Eywa e promove ataques às embarcações humanas. Liderada pela tsahìk Varang, a tribo forma uma aliança com o Coronel Quaritch, que retorna ao centro da trama ao lado do cabo Lyle Wainfleet.
Entre os destaques do roteiro, o personagem Spider desmaia por falta de oxigênio e sobrevive graças a uma infusão de micélios que lhe dá a habilidade de respirar a atmosfera do planeta. Ele também desenvolve uma fibra neural semelhante à dos Na’vi. Kiri descobre ser filha de Eywa, mas não consegue se conectar à entidade. Já Quaritch forma uma aliança estratégica com os Mangkwan, fornecendo armas e lançando um novo ataque contra os humanos aliados aos Sully.
O elenco principal traz de volta nomes como Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver e Stephen Lang, com a adição de Oona Chaplin como Varang. A produção mantém o padrão visual da saga, com tecnologia de ponta, efeitos visuais imersivos e narrativa voltada para os conflitos ambientais e éticos em Pandora.


