BASTIDORES

Brendan Fraser revela que recusou sequência de George, o Rei da Floresta

Ator revelou que preferiu seguir caminho dramático e recusou continuação da comédia da Disney por desgaste físico

Homem de aparência selvagem, com cabelos longos e desgrenhados, segura uma grossa videira com as duas mãos em meio a uma floresta tropical. Ele está sem camisa, exibindo músculos definidos, e observa algo à frente com expressão determinada enquanto se apoia na corda cercado por vegetação verde e densa.
Brendan Fraser recusou estrelar George, o Rei da Floresta 2, lançado em 2003 (foto: Reprodução/Internet)

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Lançado em 1997, George, o Rei da Floresta tornou-se uma comédia improvável da Disney que envelheceu bem e conquistou tanto o público infantil quanto adulto. O sucesso do longa, inspirado no desenho animado de 1967, se deve em grande parte à performance física e carismática de Brendan Fraser, que deu vida ao protagonista ingênuo e atrapalhado criado na selva. Seis anos depois, a sequência foi lançada, mas sem o artista no elenco.

Durante anos, circulou a versão de que o ator teria ficado fora da continuação por questões salariais. A própria produção chegou a ironizar isso no roteiro, com piadas sobre o estúdio ter sido “mão de vaca demais” para trazê-lo de volta. No entanto, em entrevista à Entertainment Weekly, Brendan Fraser confirmou que a brincadeira não era tão distante da realidade, mas que a decisão também passou por uma escolha artística.

“Eles até colocaram uma piada dizendo que o estúdio era mão de vaca demais para me contratar de novo, o que não era exatamente mentira”, revelou o ator. Segundo ele, havia sim uma proposta, mas ele optou por não retomar. Na época, Brendan Fraser preferiu seguir um caminho diferente e aceitou participar de O Americano Tranquilo (2002), filme dramático dirigido por Phillip Noyce e estrelado por Michael Caine.

“Fui procurado, mas senti que queria fazer O Americano Tranquilo, rodar o primeiro faroeste filmado no Vietnã e contar uma história profundamente americana”, explicou. Além das motivações criativas, Fraser também já havia comentado em outras ocasiões sobre o esforço físico envolvido em dar vida a George. O papel exigia comédia corporal intensa e preparação física rigorosa. Segundo o ator, cobrava um preço alto e tornava pouco atrativa a ideia de repetir o personagem poucos anos depois.

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