UM ANO

Eleandro Passaia revela como recebeu o convite para comandar o Balanço Geral

Apresentador relembrou período que viveu no Japão e trabalho como operário para bancar produtora

Apresentador do Balanço Geral SP sorri e faz sinal de positivo ao lado de telão com logotipo do programa em estúdio azul da Record
Eleandro Passaia detalha convite para assumir o Balanço Geral SP (foto: Reprodução/Internet)

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Eleandro Passaia comanda desde janeiro de 2025 o Balanço Geral SP. O apresentador da Record mantém o jornalístico no ar por mais de quatro horas e meia diárias e vê no atual posto o ponto alto de uma trajetória marcada por trabalho, disciplina e persistência.

O comunicador revelou detalhes do início da carreira e relembrou período em que viveu no Japão. No país, o jornalista chegou sem emprego garantido e precisou trabalhar como metalúrgico para se manter. “Fui na cara e na coragem. Com o dinheiro da fábrica, comprei equipamentos e montei uma produtora. Comecei a produzir reportagens e vender para a Globo de lá. Depois, fui para a Record e Record Internacional no Japão”, contou em conversa com o site da Record.

O convite para assumir o Balanço Geral SP veio diretamente do vice-presidente da Record, Antonio Guerreiro. “Eu estava em Curitiba quando o [Antonio] Guerreiro, nosso diretor e vice-presidente, ligou para mim e perguntou: ‘Você quer comandar o Balanço Geral em São Paulo? A Record acredita no seu potencial!'”, detalhou.

Ele já havia apresentado o Balanço Geral Manhã, mas reconhece que o desafio em São Paulo foi o maior da vida. “Assumir um programa consolidado, com boa audiência e com um apresentador querido… é muito mais difícil. A pressão é constante. Eu mesmo me cobro todos os dias”, declarou. “Chego às sete da manhã para estudar tudo o que vai ao ar e saber exatamente o que vou dizer”, afirmou.

“Vou continuar me entregando, porque sou feliz em São Paulo. Gosto de morar aqui. Morei na cidade por três anos e meio, depois fui para Curitiba por seis meses e senti muita falta. Quando voltei, percebi que São Paulo já fazia parte de mim, e eu ainda não tinha entendido isso. Senti falta da correria, do ritmo, de estar no centro de tudo. E, por saber que estou no lugar onde quero estar, consigo me entregar ao meu trabalho e à cidade de corpo e alma. Então, o público pode esperar de mim entrega total”, disse.

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