Marcos Palmeira afirmou que Porto dos Milagres representou um reencontro pessoal com a Bahia, a espiritualidade e o candomblé. A novela escrita por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares passou a integrar o catálogo do Globoplay com imagem remasterizada. O ator viveu o protagonista Guma e destacou a importância simbólica do trabalho em sua carreira.
“Porto dos Milagres foi um resgate da minha ancestralidade com a Bahia, da espiritualidade e do candomblé”, disse. Segundo Marcos Palmeira, a conexão com o tema religioso tornou a experiência ainda mais marcante. “Participar de uma história ligada a Iemanjá foi muito especial. Guma era um personagem lúdico, que eu adorava interpretar, e essa imersão na Bahia marcou profundamente minha carreira”, afirmou.
O ator também celebrou a parceria com Aguinaldo Silva, com quem voltou a trabalhar recentemente. “Em Três Graças, fico feliz em estar de volta ao ar com ele. Meu terceiro trabalho, depois de Vale Tudo e Porto dos Milagres”, pontuou em conversa com o gshow. A relação profissional entre autor e ator atravessa diferentes fases da teledramaturgia da Globo.
Exibida originalmente em Porto dos Milagres (2001), a novela é ambientada no Recôncavo Baiano e se passa em uma cidade litorânea fictícia marcada por disputas de poder, religiosidade e conflitos sociais. Marcos Palmeira interpreta o pescador Guma, personagem ligado ao mar e a Iemanjá, que entra em confronto direto com o casal antagonista Félix Guerreiro e Adma.
Félix Guerreiro é vivido por Antonio Fagundes, enquanto Adma é interpretada por Cassia Kis. O embate entre os personagens sustenta o eixo dramático da trama e impulsiona os principais acontecimentos da história. O contexto político local e as tensões familiares moldam o destino dos moradores da cidade fictícia.


