ALEX BRAGA

Ex-apresentador da Band enfrenta júri popular por estupro e aborto forçado

Réu por estupro, aborto forçado e violência psicológica, jornalista está preso desde novembro de 2024

Apresentador da Band Roraima fala ao vivo no estúdio com logotipo da emissora exibido ao fundo
Alex Braga está preso desde novembro de 2024 (foto: Reprodução/Internet)

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Alex Braga, ex-apresentador da Band em Roraima, será julgado pelo Tribunal do Júri Popular no Amazonas. A decisão de pronúncia foi proferida pela 3ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus. O jornalista é réu por estupro, aborto forçado, perseguição e violência psicológica contra uma mulher de 28 anos.

O réu está preso desde 12 de novembro de 2024. Segundo as investigações, ele teria estuprado a vítima, provocado a interrupção da gravidez decorrente do crime e mantido condutas de perseguição e violência psicológica. Com a decisão judicial, o caso seguirá para julgamento pelo Conselho de Sentença, formado por jurados. A data ainda não foi definida.

Após o anúncio, a deputada estadual Alessandra Campelo (Podemos) comentou o caso. “Em março de 2023, esse homem estuprou a prima de sua mulher, que estava na sua casa ajudando a sua mulher, que estava de resguardo. Após estuprar essa mulher e engravidá-la no estupro, ele a obrigou a fazer um aborto e isso é crime contra a vida. Então, aí são dois crimes: o primeiro, o estupro; o segundo, o aborto forçado. Após isso, ele ficou perseguindo e ameaçando essa mulher e fazendo violência psicológica, então são três crimes”, relatou.

Alex Braga apresentava o programa policial Sem Mordaça, exibido pela Band em Boa Vista, com formato semelhante ao Brasil Urgente. Ele foi preso em 2024 sob acusação de estupro e coação para aborto. A condução ocorreu na Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM).

À época, a delegada Patrícia Leão explicou os procedimentos iniciais da investigação. “Como nesses casos a palavra da vítima tem total relevância, então a gente está indo nessa linha. Ainda estamos em diligência e, por esse motivo, representamos pela prisão temporária. Nós temos agora 30 dias para concluir o resto das diligências que estamos apurando”, afirmou.

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