A influenciadora Ravena Hanniely voltou a ser alvo de críticas nas redes sociais após publicar uma foto durante viagem à Europa. Conhecida como musa da microcintura, a jovem afirma que seu corpo passou a ser permanentemente questionado após assumir procedimentos estéticos. Segundo ela, internautas a acusam de exibir magreza excessiva e glamourizar um padrão perigoso.
A imagem, registrada diante da Torre Eiffel, reacendeu debates que não cessavam desde o último desfile no Carnaval. “Primeiro vieram as críticas pelas cirurgias. Depois começaram a dizer que eu estava magra demais. Agora dizem que estou incentivando algo errado. Parece que não importa o que eu faça, meu corpo sempre vira motivo de ataque”, afirma a influenciadora.
Pressão digital e saúde mental
Para a criadora de conteúdo, o julgamento coletivo está ligado à necessidade constante de opinar sobre a estética feminina. Ela afirma que a pressão digital cria um ciclo contraditório entre a cobrança por resultados fitness e a crítica pela definição alcançada. “Existe cobrança para ter disciplina, resultado, definição. Mas quando você atinge isso, também é criticada”, declara Ravena Hanniely.
A influenciadora admite que a exposição contínua impacta seu emocional, apesar de trabalhar a autoestima em sessões de terapia. “Eu me fortaleço, mas não sou imune. Ler milhares de comentários sobre o seu corpo mexe com qualquer pessoa”, confessa a jovem. Ela destaca que o impacto de receber mensagens negativas diariamente é um desafio enfrentado por figuras públicas na internet.

Postura diante dos ataques
Apesar da repercussão negativa, a famosa afirma que não pretende mudar sua postura ou esconder sua rotina. Ela defende que sua aparência é fruto de escolhas pessoais e não deve servir como convite para ofensas. “Meu corpo é resultado das minhas escolhas e do meu processo. Não é convite para julgamento coletivo”, diz Ravena Hanniely sobre as críticas recebidas.
Para ela, o debate precisa sair da aparência e avançar para o respeito mútuo. A influenciadora acredita que a sociedade costuma validar agressões gratuitas sob o pretexto de liberdade de opinião. “O problema não é a magreza. O problema é a naturalização de atacar o corpo da mulher como se fosse opinião pública”, conclui a musa da microcintura.


