INIMIZADES

Rodrigo Bocardi diz que corte da sua cabeça era o objetivo de ‘muita gente’ na Globo

Jornalista comentou o desligamento em entrevista e desafiou relatos de colegas sobre seu comportamento

Rodrigo Bocardi encara a lateral com expressão séria, usa óculos de grau com armação transparente e veste blazer cinza sobre camisa branca em frente a um microfone
Rodrigo Bocardi no programa Pânico; jornalista falou sobre motivos de saída da Globo e relacionamento com colegas (fotos: Reprodução/Jovem Pan)

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O jornalista Rodrigo Bocardi voltou a comentar publicamente sua saída da Globo durante entrevista exibida no programa Pânico. Ao abordar o desligamento ocorrido no ano passado, o comunicador afirmou que existiam interesses internos contrários à sua permanência na empresa. O profissional sugeriu que sua postura teria incomodado alguns setores do canal.

Ao detalhar o cenário, o ex-âncora foi enfático sobre as pressões que sofria nos bastidores da Globo. “Interessava a muita gente eu não estar ali. Interessava a muita gente eu não falar tudo o que eu falava. E tem questões de disputas e tal”, declarou Rodrigo Bocardi. A demissão foi anunciada em janeiro de 2025 sob alegação de descumprimento de normas internas.

Disputa judicial e questões de trabalho

O apresentador reforçou que encara o episódio sob a ótica do direito. “É uma relação de trabalho de um funcionário com uma empresa. Mas tem todo o contexto que você já viu aí eu falar, da questão de construção de inimizade”, afirmou. Ele completou: “Para mim é o seguinte: é uma conversa silenciosa, jurídica e tal, e já faz mais de um ano, um ano e dois meses.”

Sobre os rumores de má reputação entre os colegas, Rodrigo Bocardi rebateu as informações de forma incisiva. “Todo mundo que trabalhou comigo diretamente quer ligar agora? Liga. Liga agora. Faz uma surpresa, faz uma entrevista com uma pessoa que trabalhou comigo diretamente para saber qual era o ambiente, qual era a parada, que jogo eu jogava”, disse Rodrigo Bocardi.

Pediu relatos de antigos parceiros de tela

Rodrigo Bocardi listou diversos nomes que acompanharam sua rotina matinal durante anos. “Quer ligar para a Gloria Vanique? Quer ligar para o Thiago Oliveira do esporte que foi lá? Quer ligar para o [Alessandro] Jodar? Quer ligar para o Abel Neto que passou lá comigo? Quer ligar para a Cínthia Toledo que trabalhou lá comigo de manhã? Pode ligar para a Sabina Simonato que está lá hoje. Liga para quem quiser e pede um relato verdadeiro”, insistiu ele.

Por fim, ele negou qualquer comportamento agressivo ou competitivo com sua equipe do Bom Dia São Paulo. “Cara, zero! Aliás, pelo contrário, eu falava assim para todo mundo: ‘Cara, se você está vindo junto comigo aqui e você está vindo de peito aberto, nós vamos ganhar juntos’. Porque para mim, eu preciso, eu sozinho não faço nada. Então eu tenho que ganhar com a pessoa e a pessoa ganhar comigo. Ali na hora da apresentação, essa é a parada”, concluiu Rodrigo Bocardi.

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