MORGAN KOHAN

Atriz de Sullivan’s Crossing comenta virada dramática da personagem

Produção acompanha uma neurocirurgiã que retorna à cidade natal após crise pessoal e tenta reconstruir a própria vida

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O Globoplay lançou a primeira temporada de Sullivan’s Crossing – Um Lugar para Recomeçar, série com 10 episódios que mistura romance, conflitos familiares e amadurecimento emocional. Ambientada na Nova Escócia, no Canadá, a produção acompanha a neurocirurgiã Maggie Sullivan, interpretada por Morgan Kohan, que retorna à cidade natal após enfrentar uma crise profissional que coloca em dúvida sua identidade e o caminho que escolheu para a vida.

Para Morgan Kohan, o principal atrativo da história está na identificação que o público pode ter com a jornada da personagem. Segundo a atriz, Maggie representa pessoas que, em algum momento, percebem que o rumo que seguiram pode não refletir quem realmente são. “A jornada da Maggie vai ressoar com muitas pessoas. Ela percebe que a vida que construiu pode não refletir quem ela realmente é”, explicou.

A intérprete também destacou que a protagonista é uma mulher perfeccionista, acostumada a manter tudo sob controle. Quando sua carreira entra em colapso, porém, essa sensação de estabilidade desaparece e a obriga a repensar suas escolhas. “Ela construiu um mundo organizado e aparentemente perfeito, mas tudo desmorona. Ela precisa de um tempo para respirar e recalibrar a própria vida”, afirmou.

Segundo Kohan, Sullivan’s Crossing vai além de uma história romântica tradicional. Para ela, o diferencial está na forma como a narrativa explora as relações familiares e o senso de comunidade. “Não é apenas sobre romance. A série foca muito nas dinâmicas familiares e na comunidade. O romance surge no momento certo”, explicou a atriz.

Um dos pontos centrais da trama é o reencontro de Maggie com seu pai, Sully Sullivan, interpretado por Scott Patterson. Dono do tradicional camping da família, o personagem enfrenta seus próprios conflitos enquanto tenta preservar o legado construído ao longo de gerações. O ator revelou que aceitou o papel justamente pelo desafio emocional que ele representa. “Quando surgiu a oportunidade de interpretar Sully, fiquei com medo. Era um risco e foi exatamente por isso que aceitei. Ele é real, complexo, carrega uma dor profunda e não resolvida”, contou o ator.

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