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A Nobreza do Amor: Morte do Paxá provoca fúria, Jendal quebra tudo e Alika se revolta com elogios ao ditador

A produção vai ao ar logo depois da novela Rainha da Sucata

Jendal descobre que o Paxá Soliman morreu sem contar o paradeiro de Alika em A Nobreza do Amor
Jendal descobre que o Paxá Soliman morreu sem contar o paradeiro de Alika em A Nobreza do Amor(Foto: Reprodução/Globo)

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Em A Nobreza do Amor, da Globo, nos próximos capítulos, Dumi irá avisar Jendal sobre a morte do Paxá. O rei ficará possesso ao descobrir que Soliman morreu sem lhe informar o paradeiro de Alika. Kênia o lembrará que deixar o nobre a pão e água, deitado no chão de uma cela úmida, não poderia resultar em outra coisa. O marajá questionará a filha se ela o estava culpando.

A princesa declarará que realmente ele deu um enorme empurrão para o reinante morrer. A moça lembrará que agora o genitor dependerá totalmente da recuperação de Omar para descobrir o paradeiro da rainha. A moça declarará que isso poderá demorar muito tempo. O nobre ficará furioso e começará a quebrar tudo que está ao seu redor.

A jovem ficará muito assustada e pedirá ao monarca que se acalme, se não ele teria um ataque do coração. O chefe da guarda concordará e pedirá que o soberano se tranquilize. O governante pensará melhor e resolverá continuar com os prisioneiros do turco. Um jornal brasileiro publicará muitos elogios ao rei de Batanga. Alika lerá e ficará possessa com a repercussão favorável dos desmandos do ditador.

Qual é a história da novela A Nobreza do Amor?

O reino fictício de Batanga, abrigo de grandes riquezas naturais como o tungstênio e localizado na costa ocidental da África, foi liberto dos colonizadores portugueses no final do século XIX, graças aos esforços dos futuros rei e rainha Cayman II (Welket Bunguê) e Niara (Erika Januza), junto ao homem de confiança do par, Jendal (Lázaro Ramos), que se tornou primeiro-ministro do país. Da união entre Cayman e Niara, nasceu a princesa Alika (Duda Santos), cujo nome significa “a mais bela entre as belas”. Porém, mesmo em tempos de paz, uma profecia do oráculo Oruka (Vado), alertando sobre o fim da dinastia real, faz com que Alika seja prometida em casamento ainda criança a Jendal, em uma tentativa de garantir a segurança da princesa.

Na década de 1920, Alika, agora crescida, se recusa a casar com Jendal, além de atrapalhar seus planos de conquista de poder, convencendo seus pais a firmarem um acordo comercial com os turcos, representados pelo Paxá Soliman (Marco Ricca), e seu filho, Omar (Rodrigo Simas), que se encanta por Alika. Jendal, contrariado por ter seu acordo pela exploração do tungstênio com os ingleses ameaçado, trama um golpe com estes e consegue assumir o trono, ordenando à princesa que se case com ele em troca da vida de seus pais. O casamento é realizado, mas não consumado, graças a Omar, que organiza a fuga da família real. Cayman morre na fuga, e Omar é preso, mas Niara e Alika conseguem escapar para o Brasil, no interior do Rio Grande do Norte, onde mora Zambi (Bukassa Kabengele), irmão do rei morto. Como fugitivas, mãe e filha assumem, respectivamente, as identidades de Vera e Lúcia.

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