Juliano Cazarré já tem um novo trabalho garantido na Globo. Mesmo após se envolver em debates públicos por causa da criação de um curso voltado ao fortalecimento masculino, o ator foi escalado para integrar o elenco de Quando o Coração Entra em Campo, novela vertical produzida para o Globoplay.
A produção é criada e escrita por Rodrigo Lassance, com direção de Adriano Melo. Inserida no universo do futebol, a trama acompanha a trajetória de Rocca, interpretado por Isacque Lopes, um jovem talento que vê sua carreira ganhar projeção nacional e passa a enfrentar desafios dentro e fora dos gramados.
O protagonista precisará lidar com a pressão da fama, o aumento da exposição pública e interesses que surgem ao redor de sua carreira. Além disso, a história desenvolve conflitos pessoais que colocam em risco tudo o que ele conquistou. Na narrativa, Rocca vive um dilema amoroso entre Dandara, personagem de Heslaine Vieira, e Camille, interpretada por Alane Dias. A jovem é descrita como uma figura sedutora e calculista, que atua sob influência de Daniel, papel de Juliano Cazarré.
Segundo a sinopse, Daniel terá papel importante no desenvolvimento dos conflitos centrais da novela. O personagem manipula situações e ajuda a conduzir Rocca para uma rede de mentiras, disputas de poder e escândalos capazes de comprometer sua carreira. A produção também contará com Thiago Justino no elenco principal. O ator dará vida a Romualdo, pai do protagonista. Já Alane Dias fará sua estreia como atriz em projetos da Globo.
Em março, Juliano Cazarré assinou um novo acordo de longo prazo com a Globo, válido até 2029. O modelo contratual segue o mesmo padrão adotado com artistas considerados estratégicos pela empresa. Entre eles está Taís Araujo, que também mantém vínculo prolongado com a emissora. Desde sua chegada à Globo, em 2012, ele participou de 12 novelas.
Polêmica com curso para homens
Recentemente, Juliano Cazarré usou as redes sociais para rebater as críticas direcionadas ao curso O Farol e a Forja, que ele criou com o intuito de formar homens “mais conscientes, mais centrados, mais responsáveis”. Depois de colegas famosos se manifestarem publicamente contra a iniciativa, o artista, reforçou que só pretende orientar homens a serem “melhores e mais fortes”.
“A galera disse que meu evento era machista, né? Aí você vê… Os progressistas e as feministas, essa turma toda, estão o tempo inteiro reclamando de violência masculina, ausência paterna, estupro… E tem todo o direito de reclamar! Tudo isso é muito ruim. Mas aí, quando eu crio um evento para a gente ter homens melhores e fortes — porque quem bate em mulher não é homem forte —, quando crio um evento para a gente ter pais presentes e que cuidem dos filhos, além de maridos atenciosos com as suas esposas, eles ficam loucos e dão um chilique”, declarou.


