Carolina Dieckmmann revelou que presenciou situações incomuns durante as gravações do filme de A Viagem. A atriz falou sobre o assunto nesta terça-feira (16), ao responder perguntas de seguidores nas redes sociais, e afirmou que alguns episódios ocorridos nos bastidores foram difíceis de explicar.
Sem entrar em detalhes, a artista contou que pretende falar mais sobre os acontecimentos quando o lançamento do longa-metragem estiver mais próximo. Segundo ela, a intensidade da história também contribuiu para tornar as gravações marcantes. “Isso era uma coisa que eu pensava muito”, iniciou Carolina Dieckmmann ao responder a uma pergunta enviada por fãs sobre os bastidores da produção.
Na sequência, a atriz lembrou que Christiane Torloni já havia relatado experiências semelhantes durante a realização da novela A Viagem (1994), exibida pela Globo. “Aconteceram umas coisas, vou deixar para contar mais perto do lançamento. Aconteceram umas coisas meio sem explicação. Fora o assunto, né? No filme, é tudo muito intenso, porque, na novela, é contado em nove, dez meses, no filme, é uma hora e meia. É tudo mais intenso, perto um do outro. Foi bem tenso”, afirmou.
Na produção, Carolina Dieckmmann interpreta Dinah, personagem que foi vivida por Christiane Torloni na versão original da novela, exibida em 1994. A produção adapta para o cinema uma das histórias mais lembradas da teledramaturgia brasileira, marcada por temas ligados à espiritualidade e à vida após a morte. Os comentários da atriz chamaram atenção porque relatos semelhantes já haviam sido feitos por integrantes do elenco da novela original ao longo dos anos.
Christiane Torloni já falou sobre experiências
Em entrevista ao programa Conversa com Bial, em 2024, Christiane Torloni afirmou que enfrentou situações estranhas durante o período em que gravava a novela. “Quando a gente começou a gravar, estava morando provisoriamente num apartamento daqueles antigos (…) e, quando chegava de noite, a casa não ficava em paz. Eu estava morando sozinha, e o quarto 1 e o quarto 2 ficavam apitando. Caíam coisas na sala. Nunca fui uma pessoa impressionável. Na casa da minha avó, que era uma casa antiga, eu não tinha medo”, relatou.
A atriz contou que chegou a procurar o diretor Wolf Maya para comentar o assunto e questionar se haviam sido tomadas precauções relacionadas aos temas abordados pela trama. “Falei: ‘Wolf, a gente pediu licença para fazer esse trabalho?’. Porque acredito nessas coisas. Quando a gente vai trabalhar com coisas reais, mesmo, você tem que fazer uma mentalização. (…) Falei: ‘Preciso fazer alguma coisa, estou tão cansada. Chega na hora de dormir e a casa vira… as coisas caem e tal.’ Aquilo começou a me incomodar mais do que assustar”, declarou.


