A Audible anunciou uma nova expansão do universo de Tremembé. A plataforma confirmou o desenvolvimento de uma audiossérie inspirada nos bastidores do Complexo Penitenciário de Tremembé, projeto que contará com os mesmos roteiristas responsáveis pela produção exibida pelo Prime Video.
Segundo a empresa, a nova obra apresentará histórias complementares e personagens ligados ao ambiente retratado na série. A proposta é ampliar a narrativa já conhecida pelo público e oferecer novas perspectivas sobre os acontecimentos relacionados ao complexo penitenciário. De acordo com a Audible, a produção abordará detalhes inéditos e pontos de vista ainda não explorados na adaptação audiovisual. A narrativa será construída em uma atmosfera marcada pelo suspense psicológico.
O lançamento está previsto para o próximo ano e acontecerá no mesmo período em que a segunda temporada de Tremembé chegará ao catálogo do Prime Video. Os novos episódios da série já estão em fase de gravações. A estratégia adotada pela Audible lembra uma iniciativa anterior realizada com O Maníaco do Parque.
Na ocasião, a história apresentada no filme do Prime Video ganhou uma audiossérie complementar voltada para aspectos não aprofundados na produção principal. O projeto expandiu a narrativa ao abordar relatos das vítimas, repercussões dos crimes e a cobertura da imprensa sobre o caso, criando uma experiência paralela para os ouvintes.
Com Tremembé, a intenção é seguir um caminho semelhante, oferecendo conteúdos inéditos que dialogam diretamente com a série já conhecida pelo público. A expectativa é que a audiossérie funcione como uma peça complementar da narrativa principal, aprofundando situações e personagens presentes no universo da produção.
Leonardo Neumann, diretor de Conteúdos Originais da Audible no Brasil, destacou que o formato exclusivamente em áudio permite explorar elementos narrativos diferentes dos utilizados em vídeo. Segundo o executivo, a ausência de imagens amplia as possibilidades de construção do suspense e da relação entre os ouvintes e os personagens.
“Eles ganham a liberdade de explorar os sussurros, os silêncios e a intimidade psicológica dos personagens de um jeito que a tela não permite. O áudio não é um eco do vídeo; ele é a peça que falta para que a imersão do ouvinte seja absoluta”, afirmou o executivo.


