Em A Nobreza do Amor, da Globo, nos próximos capítulos, Malungo enviará um telegrama para Jendal, avisando-o que estará desembarcando no Rio de Janeiro atrás do ex-presidente Nilo Peçanha. O diplomata chegará no escritório do ex-dirigente e será recebido por Leopoldo. Ele se apresentará como enviado do rei de Batanga. O rapaz dirá que foi encarregado de pedir uma audiência com o democrata.
Ele declarará que estava incumbido de esclarecer o que de fato estava acontecendo em Batanga, para que o dr. Nilo possa publicar um outro artigo contando a verdade e, claro, se retratando. O assessor assegurará que o seu chefe jamais faria essa retratação. Ele avisará que o governante não poderá recebê-lo por estar internado em estado grave. O investigador agradecerá, mas não desistirá e irá até o hospital.
Ao chegar no local, ele estranhará o grande número de pessoas da imprensa. Ele conseguirá ultrapassar a multidão e se reencontrará com o assistente. O capanga declarará que veio fazer uma visita ao doente. Muito abalado, o colaborador informará que não será possível, já que o dirigente acabava de falecer. O moço não se abalará e continuará com a sua investigação até descobrir que o falecido recebeu visitas de pessoas que vieram de Barro Preto.
Qual é a história da novela A Nobreza do Amor?
O reino fictício de Batanga, abrigo de grandes riquezas naturais como o tungstênio e localizado na costa ocidental da África, foi liberto dos colonizadores portugueses no final do século XIX, graças aos esforços dos futuros rei e rainha Cayman II (Welket Bunguê) e Niara (Erika Januza), junto ao homem de confiança do par, Jendal (Lázaro Ramos), que se tornou primeiro-ministro do país. Da união entre Cayman e Niara, nasceu a princesa Alika (Duda Santos), cujo nome significa “a mais bela entre as belas”. Porém, mesmo em tempos de paz, uma profecia do oráculo Oruka (Vado), alertando sobre o fim da dinastia real, faz com que Alika seja prometida em casamento ainda criança a Jendal, em uma tentativa de garantir a segurança da princesa.
Na década de 1920, Alika, agora crescida, se recusa a casar com Jendal, além de atrapalhar seus planos de conquista de poder, convencendo seus pais a firmarem um acordo comercial com os turcos, representados pelo Paxá Soliman (Marco Ricca), e seu filho, Omar (Rodrigo Simas), que se encanta por Alika. Jendal, contrariado por ter seu acordo pela exploração do tungstênio com os ingleses ameaçado, trama um golpe com estes e consegue assumir o trono, ordenando à princesa que se case com ele em troca da vida de seus pais. O casamento é realizado, mas não consumado, graças a Omar, que organiza a fuga da família real. Cayman morre na fuga, e Omar é preso, mas Niara e Alika conseguem escapar para o Brasil, no interior do Rio Grande do Norte, onde mora Zambi (Bukassa Kabengele), irmão do rei morto. Como fugitivas, mãe e filha assumem, respectivamente, as identidades de Vera e Lúcia.
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