MARILIA TOLEDO

Autora de Sessão de Terapia revela experiência pessoal que influenciou a série

Roteirista afirmou que utilizou vivências em terapias individuais e de casal para construir conflitos da quarta temporada da produção estrelada por Selton Mello

Marília Toledo sorri diante da câmera em retrato com blusa preta e fundo interno desfocado
Marilia Toledo falou sobre os roteiros de Sessão de Terapia (foto: Reprodução/Internet)

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Marilia Toledo revelou que utilizou experiências pessoais para desenvolver os roteiros da quarta temporada de Sessão de Terapia. A autora contou que levou para a série vivências adquiridas em terapias individuais e de casal, recurso que ajudou na construção dos conflitos psicológicos enfrentados pelos personagens atendidos por Caio Baroni, interpretado por Selton Mello.

Em entrevista ao Notícias da TV, Marilia Toledo explicou que esse contato próximo com o universo terapêutico facilitou o processo de criação da personagem Guilhermina, vivida por Lívia Silva, e dos demais pacientes que passaram pelo consultório do protagonista da produção.

“Sessão de Terapia foi um grande prazer na minha vida. E, como roteirista, foi um super exercício. Sou uma pessoa que sempre fiz terapia, não só individual como [também] de casal. Então, foi muito gostoso poder aplicar aquilo que eu vivia na minha vida íntima, pessoal, levar um pouco desse universo para a tela também, para os textos também”, afirmou.

Além do trabalho na televisão, a autora também atua no teatro. Atualmente, assina os espetáculos Ney Matogrosso – Homem com H, Gal, o Musical e O Adorável Trapalhão, produção sobre Renato Aragão. Sobre esse último projeto, ela explicou que a proposta foi retratar a vida do humorista de forma ampla.

“Não me prendi ao fato de ser um personagem associado à infância. A ideia era contar a história do Renato Aragão. Não é um espetáculo focado no público infantil. Ele é para quem gosta de musical, para quem tem interesse em entender um pouco das personalidades icônicas da nossa cultura”, declarou.

Ao falar sobre o espetáculo dedicado a Ney Matogrosso, Marilia Toledo afirmou que o principal desafio foi evitar estereótipos e preservar a essência do artista. “O que mais desafiou a gente foi não cair em estereótipos do Ney Matogrosso. Ele passa longe dos clichês. [Então, o mais importante] foi honrar a essência, e nisso fomos muito bem-sucedidos. A gente retrata o que é mais essencial na trajetória do Ney, que é a liberdade”, disse.

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