Bella Mantovani, de 33 anos, afirmou que passou a ouvir com frequência a expressão “não monogamia ética” durante as gravações de sua versão proibidona do Táxi do Gugu. A influenciadora criou um formato inspirado no quadro de Gugu Liberato para as redes sociais, com conversas sobre fidelidade, paquera e limites dentro dos relacionamentos.
Na atração, Bella aborda passageiros e começa com perguntas sobre estado civil, como solteiro, namorado ou casado. Ao longo da conversa, ela introduz temas relacionados à fidelidade e observa as respostas dos participantes. Segundo a influenciadora, alguns homens afirmam ter acordos com suas companheiras que permitem experiências com outras pessoas.
Bella Mantovani explica termo citado por participantes
“A pessoa entra no carro achando que será uma conversa comum. Quando começamos a falar de paquera e fidelidade, aparecem respostas que provavelmente não surgiriam logo no início. É nesse momento que muitos começam a explicar os acordos que mantêm dentro da relação”, afirmou Bella.
A influenciadora contou que alguns passageiros evitam se definir como solteiros ou infiéis e dizem viver uma relação baseada em regras combinadas com a parceira. Segundo ela, parte dos participantes usa diretamente o termo “não monogamia ética” para justificar que existe um acordo dentro do relacionamento.
“Muitos falam que não estão traindo porque a mulher sabe ou porque o casal permite algumas experiências. Alguns usam diretamente a expressão ‘não monogamia ética’ para explicar que existe um acordo. O que chama atenção é que esse termo aparece justamente quando a conversa começa a ficar mais íntima”, relatou.
Não monogamia ética exige acordo os envolvidos
A não monogamia ética, também chamada de não monogamia consensual, descreve relações em que todas as pessoas envolvidas têm conhecimento e aceitam a possibilidade de vínculos afetivos ou sexuais com terceiros. O modelo pode envolver relacionamentos abertos, poliamor, troca de casais ou acordos específicos definidos entre os parceiros.
A principal diferença entre a não monogamia ética e a traição está no consentimento. Quando existe um acordo claro entre todos os envolvidos, não há quebra da exclusividade estabelecida pelo casal. Já quando uma pessoa age escondida e sem autorização da outra parte, a situação continua sendo considerada uma infidelidade.
Bella afirmou que não consegue confirmar se os acordos citados pelos participantes realmente existem fora das gravações. Para ela, a repetição do termo mostra que alguns casais buscam novas formas de definir relações que não seguem o modelo tradicional de exclusividade.
“Eu não tenho como saber o que foi combinado entre aquele homem e a parceira, mas percebo que as pessoas estão tentando encontrar novos nomes para relações que já não seguem a monogamia tradicional. O importante é entender que chamar algo de não monogamia ética não basta. Para ser ético, todos precisam saber, concordar e respeitar os mesmos limites”, concluiu.


