MORREU EM SETEMBRO

Li Martins faz desabafo sobre luto por JP Mantovani e aprendizado com a dor

Cantora disse nas redes sociais que 2025 foi o ano mais duro de sua vida e que aprender a agradecer após a morte do marido tem sido um desafio constante

Mulher de expressão séria e olhar voltado para o lado veste blusa clara e está sentada em sofá rosa, em ambiente interno decorado com parede branca, plantas e uma lanterna vermelha ao fundo.
Li Martins desabafou sobre o luto após a morte de JP Mantovani (foto: Reprodução/Internet)

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Li Martins fez um desabafo nas redes sociais ao lembrar do ano de 2025, marcado pela morte do marido, JP Mantovani, vítima de um acidente de moto em setembro, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. A cantora afirmou que este foi o período mais difícil de sua vida e contou que tenta exercitar a gratidão mesmo em meio à dor.

Segundo Li Martins, o ano foi de intenso recolhimento e de enfrentamento de sentimentos novos. Ela descreveu o luto como algo que “cega, confunde e paralisa” e admitiu que agradecer em meio ao sofrimento é um desafio diário. Mesmo assim, a artista relatou que aprendeu a olhar para os momentos felizes que viveu ao lado do companheiro.

No texto, Li Martins destacou o valor das memórias e disse ser grata pelo amor que construiu com JP Mantovani. “Sou imensamente grata por tudo de bom que Deus permitiu que vivêssemos juntos. Por cada riso, cada sonho, cada troca verdadeira”, escreveu. A cantora relatou ainda que ouviu de amigos que foi “sortuda” por ter vivido um amor genuíno.

A ex‑integrante do Rouge afirmou que segue em frente com calma, sem apagar a dor, mas também sem abrir mão do que aprendeu. Para Li Martins, o aprendizado passa por levar consigo gratidão, fé e as lembranças construídas em família. O casal tem uma filha, Antonella, de oito anos, que também aparece como parte central de sua rotina.

No desabafo, Li Martins contou ainda que conviver com o luto ensina sobre a fragilidade da vida. A artista disse que pretende seguir “um dia de cada vez”, fortalecida pelo amor vivido e pelas lembranças que guarda do marido. “Levo de 2025 a dor, sim. Mas levo também amor, gratidão, aprendizados, fé e momentos que aqueceram meu coração. Sigo. Um dia de cada vez. Com tudo o que fui, com tudo o que sou, e com tudo o que ainda vive em mim”, disse.

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