NÃO BUSCA VALIDAÇÃO

Amanda Seyfried diz que não precisa de um Oscar para provar seu valor

Atriz reflete sobre indicações, longevidade e equilíbrio entre cinema e arte

Mulher loira de cabelos longos e soltos segura uma xícara branca com as duas mãos enquanto está sentada em sofá estofado escuro em ambiente interno elegante iluminado por luz suave natural que entra por janelas com cortinas claras ao fundo ela usa vestido claro sem mangas anel visível no dedo e pulseira fina no pulso unhas pintadas de tom escuro expressão serena e levemente sorridente com olhar direcionado para cima e à esquerda sugerindo momento de reflexão ou conversa em sala sofisticada com móveis clássicos e atmosfera acolhedora
Amanda Seyfried disse que não precisa vencer o Oscar para se provar (foto: Reprodução/Internet)

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Amanda Seyfried afirmou que não precisa de um Oscar para validar sua trajetória como atriz. Em entrevista ao The New Yorker, a artista refletiu sobre suas escolhas profissionais e o valor que dá à longevidade na carreira, minimizando a importância de ganhar a estatueta mais prestigiada do cinema. “Você se lembra quem ganhou nos últimos dez anos? Não é a vitória que importa. É a indicação”, disse.

Cotada para concorrer como Melhor Atriz por O Testamento de Ann Lee, Amanda Seyfried explicou que ser lembrada pela Academia impulsiona um artista, mas não é essencial para sua trajetória. “Eu preciso de uma indicação daqui uma ou duas semanas? Não, claro que não. Seria ótimo? Claro. Mas não é necessário”, afirmou. O longa é um musical baseado na história real da fundadora de uma seita religiosa inglesa do século XVIII.

Com mais de duas décadas de carreira, a atriz construiu uma trajetória sólida em produções de grande sucesso comercial como Mamma Mia (2008), Os Miseráveis (2012) e Querido John (2010), além de projetos autorais. “A longevidade na carreira de um ator é planejada. Longevidade tem a ver com escolhas deliberadas para fazer arte em meio aos grandes projetos comerciais que são divertidos e pagam bem”, declarou.

Amanda Seyfried também destacou a importância de transitar entre diferentes gêneros e formatos. Ela comparou suas experiências recentes no sucesso de bilheteria A Empregada (2025) e no projeto mais complexo O Testamento de Ann Lee (2025). “Finalmente consegui unir os dois em meu coração e em minha mente e percebi que é isso que quero para o resto da minha carreira. Quero transitar entre gêneros o máximo que puder, alternando entre filmes independentes e produções de estúdio”, explicou.

A atriz pontuou que o reconhecimento do público e a consistência em suas escolhas são mais importantes do que prêmios. “Todos nós temos altos e baixos em nossas carreiras, e a forma como somos percebidos pode mudar de um dia para o outro, mas sou consistente em minhas escolhas, valores e necessidades. Cheguei até aqui sem um Oscar. Por que precisaria de um agora?”, concluiu.

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