Dezenove anos após sua primeira passagem pelo Big Brother Brasil, Alberto Cowboy comparou o clima da edição atual com a que participou em 2007. Segundo o brother, o tratamento dado pela produção hoje é mais respeitoso e menos estressante. Ele fez críticas diretas à forma como Boninho conduzia o programa na época.
“É, essa edição tá muito educada. Na minha, aqui era tipo casa de louco. O cara aumentava o volume no máximo, apertava o play. Não é o que tá acontecendo. Você escutava até a microfonia que fazia e você acordava assim. Caralho! E aqui não. Aqui vai ‘turururu’, aí vai, vai, você vai vendo que vai tocar a música. Era susto todo dia pra acordar aqui, mano. Todo dia”, relatou Alberto Cowboy.
Em conversa com Edilson Capetinha e Matheus, Alberto Cowboy destacou a postura mais amigável de Rodrigo Dourado, atual diretor de gênero de realities da Globo. “E essa educação dele falar: ‘Todos para a sala’. Não tinha isso não, filho. Era bruto o negócio. Qualquer chamada de atenção que ele dava, porra, era esporro, muito mal-educado. Era foda. Você já acorda com raiva. Já muda o seu humor por causa disso”, completou ao relembrar a condução de Boninho.
Na edição de 2007, Cowboy foi eliminado com cerca de 85% dos votos em um paredão contra Diego Alemão, vencedor daquela temporada. A rivalidade entre os dois foi um dos principais motores do jogo, com Alberto atuando para desarticular o trio formado por Alemão, Fani e Íris.
Cowboy ficou marcado como “vilão” da edição. Um dos momentos mais lembrados de sua trajetória foi a vitória em uma prova de resistência que durou mais de 21 horas, enfrentando justamente Diego Alemão. A disputa se tornou uma das mais longas da história do reality da Globo.


