Virginia Fonseca revelou detalhes curiosos sobre a rotina de namoro com Vini Jr. em entrevista. A influenciadora digital surpreendeu ao contar que a rigidez profissional do atleta afeta até momentos íntimos do casal. A união completou três meses e segue protocolos para garantir a segurança da carreira do jogador de 25 anos. Ela precisa redobrar a atenção com qualquer medicamento ou produto de uso pessoal.
A empresária explicou que a equipe médica do atacante monitora tudo para evitar contaminação em exames antidoping. A norma abrange até pomadas ginecológicas utilizadas por ela. A orientação profissional exige a comunicação prévia sobre qualquer substância para impedir riscos nos testes após relações sexuais. O controle rigoroso assustou a famosa no início, mas hoje ela segue as normas estabelecidas pelos especialistas.
Virginia Fonseca relatou o choque inicial com a demanda durante conversa com Leo Dias: “Por exemplo, se eu fui ao ginecologista e tenho que usar alguma pomada, tem que passar pela fisio [fisioterapeuta] dele, porque talvez pode cair no doping. Quando ele me falou isso, eu comecei a tremer. Eu falei: gente, será que eu usei alguma coisa que eu não podia? Juro, comecei a tremer”.
Ela completou o raciocínio sobre a vigilância constante dos profissionais do clube sobre sua rotina. “Agora, tudo que eu penso em cogitar usar, eu tenho que mandar para os fisios dele. É realmente uma vida assim. Dieta, sair para jantar, ele não come. A gente come em casa”. A restrição alimentar também faz parte do pacote de disciplina exigido para a alta performance do atleta.
A influenciadora garante priorizar o namoro apesar das exigências da vida a dois. Ela se diz disposta a manter a adaptação necessária para o sucesso da relação. Virginia Fonseca finaliza com um balanço positivo: “Eu estou sendo muito feliz nesse relacionamento. Por isso, estou priorizando ele, fazendo dar certo. É uma relação puxada, você tem que ter horário para tudo, seguir tudo certinho”.
Os exames antidoping analisam amostras de sangue e urina para detectar substâncias proibidas. A tecnologia atual possui alta sensibilidade e identifica até traços mínimos de medicamentos no organismo. A contaminação cruzada representa um risco real, pois o atleta absorve compostos por contato físico ou troca de fluidos. Por isso, a equipe médica veta produtos para evitar punições ao jogador.


