Augusto Madeira compartilhou uma história inusitada durante participação no Que História é Essa, Porchat?, do GNT. O ator da Globo, que interpretou o porteiro Rivaldo em Três Graças (2026), relembrou o dia em que foi confundido com um criminoso durante as gravações de uma série em São Paulo. A situação terminou com uma abordagem policial, mobilização de equipes de segurança e uma aparição inesperada na televisão.
Segundo Augusto Madeira, tudo começou quando ele passou a utilizar uma farda de policial para as filmagens. O artista contou que a caracterização acabou influenciando seu comportamento de forma divertida durante os trabalhos. “Fui ficando grandão! Mas, como Deus é justo, cria aquelas peças em nós”, brincou o ator.
Dias depois, a equipe gravava uma sequência de perseguição com uma viatura cenográfica. Após a conclusão da cena, alguns integrantes deixaram a área previamente autorizada para as filmagens e seguiram para um restaurante. No trajeto, porém, acabaram chamando a atenção de policiais que patrulhavam a região.
De acordo com o relato, a presença da viatura em uma área residencial gerou suspeitas imediatas. Os agentes acreditaram que algo estava errado e iniciaram uma abordagem que rapidamente ganhou proporções maiores. “Entramos em um bairro residencial, com o câmera-car na frente e nós estávamos atrás. Passamos por dois policiais parados, que se assustaram com a nossa viatura e já puxaram o revólver e gritaram: ‘Para aqui e encosta’ e já passaram o rádio”, contou o ator da Globo.
A tensão aumentou antes que os policiais compreendessem que se tratava de uma produção audiovisual. Segundo Augusto Madeira, diversas equipes foram acionadas pelo rádio, incluindo viaturas adicionais e até um helicóptero. Quando a situação parecia resolvida, surgiu um novo problema. Durante a verificação dos documentos, os agentes descobriram que o veículo utilizado nas gravações estava com documentação atrasada. Além disso, o dublê responsável por conduzir a viatura não possuía carteira de habilitação.
Pouco depois, já no restaurante, Augusto Madeira percebeu que o episódio havia ganhado repercussão na imprensa policial. Ao olhar para uma televisão ligada no local, encontrou uma reportagem sobre a ocorrência. “Eu cheguei no almoço, com cara de bravo, e vejo na televisão: ‘Ladrões de residência são flagrados em São Paulo’. Eu apareci ao vivo no Datena. Já fui ladrão de residência e não sabia”, afirmou.


