RECOMEÇO

Vice do MasterChef quebra o silêncio após foto vendendo doces em semáforo viralizar

Ex-participante do reality da Band afirmou que trabalha nas ruas para complementar a renda e manter os compromissos financeiros

Estefano prepara receita na cozinha do MasterChef Brasil durante desafio culinário
Estefano Zaquini explica venda de doces em semáforo (foto: Reprodução/Internet)

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Estefano Zaquini comentou pela primeira vez a repercussão de uma foto em que aparece vendendo doces em um semáforo de Santo André, na Grande São Paulo. O vice-campeão do MasterChef – A Revanche (2019) afirmou que decidiu trabalhar nas ruas para complementar a renda e cumprir seus compromissos financeiros, além de manter os serviços de buffet.

Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, Estefano Zaquini explicou que a atividade surgiu como alternativa nos períodos em que havia menos trabalho. “Estamos trabalhando com esse serviço informal agora. Estamos também trabalhando com os buffets, com os clientes que ainda confiam no nosso trabalho. Foi uma maneira que nós vimos de, quando estávamos parados em casa, fazermos algo a mais”, declarou.

O cozinheiro também relembrou que começou a trabalhar ainda na infância, vendendo salgados preparados pela avó de porta em porta. “Não vejo como um serviço indigno, e sim como um recomeço, que não é fácil, mas que recomecemos quantas vezes for preciso. Estamos vendendo biscoitos amanteigados artesanais, que são produtos de extrema qualidade. E estamos, sim, recomeçando e temos certeza de que vai dar certo”, afirmou.

Estefano Zaquini participou da primeira edição do MasterChef (2014) e retornou ao programa cinco anos depois para disputar MasterChef – A Revanche (2019), competição que reuniu ex-participantes do reality culinário da Band. Em abril deste ano, Estefano Zaquini também esteve no centro de uma polêmica após ser acusado de não entregar encomendas de ovos de chocolate feitas para a Páscoa.

Na ocasião, o cozinheiro afirmou que o filho de um ano passou mal na véspera da Sexta-Feira Santa, o que comprometeu a produção dos pedidos e também atrasou o reembolso dos clientes. “Essas oito entregas que não foram feitas nessa Páscoa, nós mandamos mensagens para os clientes, como vocês podem ver nesses prints. Não nos foi dada nenhuma objeção. Os clientes concordaram com o primeiro prazo, que foi na sexta-feira, que era para ter sido pago até sexta-feira. E hoje eu pedi um prazo a mais de dois dias para fazer o estorno do valor”, disse.

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