Em A Nobreza do Amor, da Globo, nos próximos capítulos, Virgínia estará inconformada pelos seus planos contra Alika não terem dado certo, além de ter sido descoberta pelos seus pais e ter recebido a punição de ser obrigada a trabalhar com Viriato. A menina estará possessa. Para piorar, a garota acabará dando de cara com a princesa. A jovem não se segurará, deixará a bolsa com os pais e partirá para cima da modista.
A mimada gritará que ela entrou na sua casa e botou seus pais contra ela. Agora, ela precisava saber se a jovem estava feliz com o que fez. Tonho tentará defender a namorada, mas ela o deterá. A forasteira mandará que a jovem continue. A garota continuará totalmente descontrolada, acusando a rival de querer o seu noivo. Sem mais assunto, a jovem mostrará todo o seu preconceito racista e dirá que ela é muito ousada mesmo, pois abre essa sua boca para falar como se fosse uma princesa.
Ela comentará que na verdade, ela não deveria nunca ter saído da senzala. Afinal tinha nascido para ser uma escrava. Marta ficará horrorizada com a fala da filha e tentará arrancá-la dali. Mas Lúcia responderá que nunca foi escrava. Ela declarará que na verdade, ninguém nunca deveria ter sido e se um dia ela tivesse sido escravizada, como milhares de pessoas foram nesse país, a vergonha não seria dela e sim da jovem. A menina despejará que a sua família comprava muitas iguais a ela.
Qual é a história da novela A Nobreza do Amor?
O reino fictício de Batanga, abrigo de grandes riquezas naturais como o tungstênio e localizado na costa ocidental da África, foi liberto dos colonizadores portugueses no final do século XIX, graças aos esforços dos futuros rei e rainha Cayman II (Welket Bunguê) e Niara (Erika Januza), junto ao homem de confiança do par, Jendal (Lázaro Ramos), que se tornou primeiro-ministro do país. Da união entre Cayman e Niara, nasceu a princesa Alika (Duda Santos), cujo nome significa “a mais bela entre as belas”. Porém, mesmo em tempos de paz, uma profecia do oráculo Oruka (Vado), alertando sobre o fim da dinastia real, faz com que Alika seja prometida em casamento ainda criança a Jendal, em uma tentativa de garantir a segurança da princesa.
Na década de 1920, Alika, agora crescida, se recusa a casar com Jendal, além de atrapalhar seus planos de conquista de poder, convencendo seus pais a firmarem um acordo comercial com os turcos, representados pelo Paxá Soliman (Marco Ricca), e seu filho, Omar (Rodrigo Simas), que se encanta por Alika. Jendal, contrariado por ter seu acordo pela exploração do tungstênio com os ingleses ameaçado, trama um golpe com estes e consegue assumir o trono, ordenando à princesa que se case com ele em troca da vida de seus pais. O casamento é realizado, mas não consumado, graças a Omar, que organiza a fuga da família real. Cayman morre na fuga, e Omar é preso, mas Niara e Alika conseguem escapar para o Brasil, no interior do Rio Grande do Norte, onde mora Zambi (Bukassa Kabengele), irmão do rei morto. Como fugitivas, mãe e filha assumem, respectivamente, as identidades de Vera e Lúcia.
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