Vinícius Dônola reaparece na Globo após 12 anos de ida para a Record

Vinícius Dônola foi um dos principais repórteres da Globo durante 15 anos (foto: Reprodução/GloboNews)
Vinícius Dônola foi um dos principais repórteres da Globo durante 16 anos (foto: Reprodução/GloboNews)
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Mais de 12 anos depois de ter se demitido da Globo para aceitar uma proposta da Record, o repórter Vinícius Dônola voltou para a empresa que o transformou em um dos nomes mais conhecidos do telejornalismo nacional. Ele foi um dos convidados de Aline Midlej na edição de sexta-feira (27) do Jornal das 10, principal noticiário da GloboNews. Na sua participação no telejornal do canal de notícias da líder de audiência, o jornalista falou sobre o lançamento de seu documentário, Fênix: O Voo de Davi, que será transmitido com exclusividade pela emissora e pelo Globoplay.

Dônola trabalhou na Record durante quase uma década. Ele pediu demissão da rede em outubro de 2018, afirmando que desejava ter mais tempo para cuidar de projetos pessoais. “Eu expliquei que preciso de um tempo para tocar projetos pessoais, como o meu livro de 30 anos de jornalismo e um documentário. Mas a minha conversa [com Douglas Tavolaro, até então vice-presidente de Jornalismo da emissora] foi de maneira muito tranquila, muito saudável”, afirmou ele, que chegou a substituir Paulo Henrique Amorim no comando do Domingo Espetacular.

No ano seguinte a sua saída da emissora, o repórter lançou o livro Histórias das Histórias Que Contei. Publicada pela editora Intrínseca, a obra fala sobre os bastidores de algumas das mais de mil reportagens feitas por ele durante sua trajetória como repórter das principais emissoras do país. Ao longo das 328 páginas da publicação, o jornalista fala sobre alguns dos conteúdos mais marcantes que foram reportados por ele em primeira mão, como a descoberta de que a arma utilizada para o assassinato de Marielle Franco não era a que estava sendo considerada pela investigação.

Nas redes sociais, Vinícius Dônola falou brevemente como era voltar — mesmo que de forma indireta — para a Globo. “O voo que me traz, por ora, de volta ao ninho”, pontuou ele, fazendo um jogo de palavras usando parte do título do documentário que será exibido pela GloboNews no domingo (29) e disponibilizado no Globoplay em 2 de setembro, exatos três anos depois do incêndio que destruiu grande parte do acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Ele atuou como diretor e roteirista da produção.

Fênix: O Voo de Davi apresentará a história do bombeiro e luthier Davi Lopes, que construiu instrumentos musicais com restos de madeira remanescentes do incêndio, e que a partir disso produziu músicas usando pedaços de móveis e vigas queimadas no acidente. A jornada do artesão foi documentada desde o mês do incêndio e, desde então, foram confeccionados cinco instrumentos, que serão entregues ao Museu Nacional. O filme mostrará como foi a busca do material em meio aos destroços, o trabalho de luthieria e a finalização dos instrumentos, que ganharam padrinhos como Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Nilze Carvalho, Paulinho Moska, Hamilton de Holanda e Felipe Prazeres.

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