BILHETERIA EM ALTA

Pânico 7 tem maior pré-estreia da franquia e mira US$ 60 milhões

Filme arrecada US$ 7,8 milhões na quinta-feira, marca retorno de Neve Campbell e estreia em 52 mercados internacionais

Mulher de cabelo castanho escuro, na altura dos ombros, está em um ambiente interno com iluminação suave. Ela veste uma blusa escura com detalhes claros na altura do peito. Sua expressão é séria e intensa, olhando diretamente para frente. Ao fundo, há janelas grandes com luz natural entrando, criando um contraste entre a claridade externa e o interior mais escuro.
Pânico 7 arrecadou US$ 7,8 mi nas prévias (foto: Reprodução/Internet)

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A Paramount comemora resultados positivos com Pânico 7 neste fim de semana. O filme arrecadou US$ 7,8 milhões nas prévias de quinta-feira (26) e superou os US$ 5,7 milhões registrados por Pânico 6 (2023), que detinha o recorde anterior da franquia. Com o desempenho inicial, o estúdio projeta a maior abertura da série nos Estados Unidos.

As estimativas apontam para uma estreia entre US$ 59 milhões e US$ 60 milhões no mercado americano. Caso o número se confirme, o valor ultrapassará os US$ 44,4 milhões obtidos pelo sexto longa no primeiro fim de semana. A produção teve orçamento de US$ 45 milhões, com financiamento dividido entre Spyglass e Paramount.

O principal atrativo de Pânico 7 é o retorno de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott. Ausente do filme anterior, a atriz volta a protagonizar a trama. Kevin Williamson, roteirista dos longas originais e criador da franquia, assume a direção pela primeira vez. Courteney Cox volta como Gale Weathers, enquanto Isabel May interpreta a filha de Sidney.

Pânico 7 chega a 52 territórios internacionais neste fim de semana, entre eles Brasil, Austrália, França, Alemanha, Itália, México, Espanha e Reino Unido. O longa é a única grande estreia do período e também marca a primeira vez que um título da franquia é lançado em IMAX.

O roteiro é assinado por Guy Busick e James Vanderbilt, responsáveis pelos dois capítulos anteriores. Inicialmente, o projeto daria continuidade à história das irmãs interpretadas por Jenna Ortega e Melissa Barrera. Contudo, o filme foi reescrito após a demissão de Barrera pela Paramount depois de manifestações pró-Palestina. Ortega deixou o elenco na sequência, assim como o diretor Christopher Landon, que afirmou que a versão que dirigiria não existia mais.

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