NÃO VEM AÍ

Marcelo Tas diz que sente falta do CQC, mas nega retorno

Apresentador comenta legado do humorístico da Band, detalha formação da equipe e diz que não pretende retomar formato original

Apresentador de TV de terno e gravata sorri no estúdio enquanto ajusta a gravata durante programa ao vivo
Marcelo Tas comenta legado do programa CQC na TV (foto: Reprodução/Internet)

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Marcelo Tas relembrou a trajetória do CQC (2008-2015) e afirmou que não pretende voltar ao programa, apesar da saudade. Em entrevista para o UOL, o apresentador comentou o impacto do humorístico na televisão brasileira. Ele também destacou bastidores da produção e avaliou a influência do formato no telejornalismo atual.

O comunicador disse que mantém contato com antigos colegas do programa, mas descartou qualquer retorno ao formato original. “Tenho saudades, sim, mas não sentido de querer voltar ao que era. Esse ano mesmo já encontrei o [Marco] Luque recentemente. Foi o aniversário desse animal. E o Rafinha [Bastos] esteve lá no Provoca também. E a gente tem um grupo de WhatsApp, acredite, que tá todo mundo lá”, afirmou.

O apresentador também falou sobre a dinâmica da televisão e comparou o meio a um ambiente coletivo e diverso. Para ele, o veículo mantém forte presença popular no Brasil. “Eu gosto muito de televisão porque é meio você trabalhar num circo, sabe? Tem a família, tem o elefante, tem o engolidor de espadas. A televisão é um grande circo eletrônico, na melhor acepção dessa palavra”, declarou.

Marcelo Tas avaliou que o CQC teve papel relevante na renovação da linguagem do telejornalismo. Segundo ele, o programa influenciou formatos que vieram depois. “O CQC foi isso. Ele tocou fogo numa mistura de humor e jornalismo. Eu acho que fez um trabalho excepcionalmente importante na renovação da linguagem, do telejornalismo mesmo”, disse durante a entrevista.

O apresentador também detalhou como o elenco foi formado antes da estreia na Band. De acordo com ele, o processo reuniu profissionais de diferentes áreas. “Foi um processo longo e buscaram em lugares muito diversos. Stand-up tem pelo menos uns dois ou três. Jornalismo, tem também repórteres de jornalismo, puro e simples”, explicou.

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