A atriz Lavínia Vlasak voltou a falar sobre seu afastamento da televisão ao participar do The Noite com Danilo Gentili. Celebrando 30 anos de carreira desde a estreia, ela reconhece que a ausência gera curiosidade, mas admite não ter uma explicação clara.
“É outro mistério, se alguém souber, também me conta“, brincou. Seu último papel fixo foi em Totalmente Demais (2015), na Globo. Desde então, fez apenas uma participação em Bom Sucesso (2019). Apesar da distância da TV, Lavínia Vlasak segue lembrada por personagens marcantes. Ela relembrou com carinho a Estela de Mulheres Apaixonadas (2003).
A personagem viveu um romance proibido com o padre Pedro, interpretado pelo ator italiano Nicola Siri. “Eu adorei a Estela, realmente era muito gostoso de fazer”, disse. A trajetória na TV começou em 1996, quando estreou como Lia em O Rei do Gado, filha de Bruno Mezenga, personagem de Antonio Fagundes. A trama completa 30 anos em 2026.
Durante a entrevista, a atriz contou uma história inusitada sobre o próprio nome. Ela chegou a ser chamada de Aline ao nascer, mas a decisão mudou no caminho até o cartório. “Quando eu nasci, todo mundo foi ao hospital e conheceu a Aline. Aí minha mãe pediu para o meu pai e para o pai dela irem registrar ‘Aline’, mas, no meio do caminho, um olhou para o outro e disse: ‘Aline, não… Lavínia’. Registraram Lavínia, voltaram para o hospital e avisaram”, contou.


