RISADINHA COM COMPROMISSO

Mariana Spinelli defende humor na GE TV e impõe limite para “galhofa”

Apresentadora afirmou que proposta descontraída do canal digital da Globo não elimina a responsabilidade com a informação jornalística

Repórter do ge tv sorri no gramado de estádio durante cobertura esportiva com torcida ao fundo
Mariana Spinelli destacou liberdade criativa da GE TV (foto: Reprodução/Internet)

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Mariana Spinelli afirmou que a proposta descontraída da GE TV para a Copa do Mundo de 2026 não elimina o compromisso jornalístico da cobertura esportiva. Contratada pela Globo há menos de um ano para integrar o projeto digital, a apresentadora destacou que o humor utilizado pelo canal possui limites claros. A jornalista explicou que pretende equilibrar informação e entretenimento durante as transmissões realizadas pela plataforma ao longo do Mundial.

“A minha mãe sempre fala que eu não sou uma palhaça bem-informada, eu sou uma jornalista bem-humorada”, declarou Mariana Spinelli. Segundo a apresentadora, o tom leve da GE TV não interfere na responsabilidade profissional durante a cobertura da competição internacional. “Eu tenho um compromisso com a informação, mas ela pode ser leve, pode ser sorrindo, pode ser brincando. Eu tô fazendo uma Copa com meus amigos e quero que as pessoas do outro lado sintam isso também”, afirmou.

A comunicadora explicou que considera inadequado quando o humor ultrapassa a linha do respeito. “Eu acho que o limite da galhofa é quando ela vai para o desrespeito, quando passa a agredir alguém ou uma minoria”, afirmou. A jornalista também comentou que busca refletir constantemente sobre a maneira como utiliza o entretenimento na comunicação esportiva.

A apresentadora destacou ainda a liberdade criativa que a GE TV terá durante a Copa do Mundo de 2026. Segundo ela, o canal digital da Globo não trabalhará com grade fixa de programação e poderá adaptar formatos conforme o comportamento do público e o clima do torneio.

“Você pode acordar num dia e falar: ‘Cara, tô a fim de abrir uma live de 22 horas’. Eu posso fazer, não posso? Posso fazer um pré-jogo de 15 minutos porque, naquele dia, a Mari tá com dor de barriga. Posso fazer uma live de três, quatro horas”, explicou ao Notícias da TV.

Mariana Spinelli também afirmou que a cobertura alternará momentos tradicionais do jornalismo esportivo com conteúdos mais espontâneos. “Todas as possibilidades podem acontecer, mas tem o acesso ao campo. A gente vai entrar, vai trazer conteúdo, vai ter hora em que estaremos do lado de fora”, declarou.

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