A380

Bad Bunny freta voo inédito para sair do Brasil após shows em São Paulo

Cantor utilizou aeronave da Qantas para viajar de SP a Sydney

Homem veste smoking preto com gravata borboleta e flor branca na lapela, em evento formal. Ele tem barba aparada e brinco discreto, posando diante de fundo elegante com painéis escuros e iluminação suave, sugerindo cerimônia ou premiação.
Bad Bunny freta Airbus A380 da Qantas após shows em São Paulo (foto: Reprodução/Internet)

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Bad Bunny fretou um Airbus A380 da companhia australiana Qantas para deixar o Brasil após seus shows em São Paulo, realizados nos dias 20 e 21 de fevereiro. A aeronave, considerada a maior em operação comercial no mundo, foi utilizada para transportar o artista e parte de sua equipe até Sydney, na Austrália, próximo destino da turnê Debí Tirar Más Fotos.

Segundo informações da Aeroin, a operação custou cerca de US$ 800 mil, aproximadamente R$ 4 milhões. Segundo veículos especializados, cada hora de aluguel da aeronave custa US$ 40 mil. Foram 15 horas de voo de Sydney até Guarulhos, com o avião vazio, e 16 horas e meia do voo de volta com o cantor e sua equipe. Não há voos comerciais diretos entre São Paulo e Sydney, o que torna a logística ainda mais complexa.

Bad Bunny levou 244 membros de sua equipe no voo. Com dois andares, a aeronave comporta entre 484 e 615 passageiros. Em voos comerciais, esse contingente exigiria múltiplas conexões e custos elevados. Apenas as passagens de ida poderiam ultrapassar R$ 1,7 milhão, sem considerar bagagens e assentos em classe executiva.

Diante desse cenário, o fretamento se tornou uma alternativa viável e mais eficiente para cumprir o cronograma da turnê internacional. Apesar da magnitude da operação, ela não superou a logística da turnê de Michael Jackson em 1993, quando dois cargueiros Antonov An-124 transportaram cerca de 400 toneladas de equipamentos ao Brasil.

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