ARQUIBANCADAS

Ana Beatriz Godoi compara clima da Copa ao Carnaval: “Mesma energia, só muda o look”

Rainha de bateria da Rosas de Ouro acompanhou a seleção e afirmou que o ambiente da Copa desperta emoções semelhantes às da avenida

Ana Beatriz Godoi posa com top amarelo e calça jeans em estádio lotado e segura bandeira do Brasil em montagem de duas fotos
Ana Beatriz Godoi trocou a fantasia e a avenida pela camisa da seleção na Copa do Mundo (foto: Eduardo Graboski)

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Ana Beatriz Godoi deixou temporariamente os compromissos do Carnaval para acompanhar a seleção brasileira nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. Rainha de bateria da Rosas de Ouro, ela afirmou que o ambiente vivido nos estádios lembra o das escolas de samba, principalmente pela animação das torcidas e pela emoção que antecede o início das partidas.

Para a sambista, os dois eventos compartilham sentimentos muito semelhantes. “É a mesma energia, só muda o look, a roupa mesmo. Tem emoção, gritaria, música, gente cantando junto e aquele frio na barriga antes de tudo começar”, afirmou. Em seguida, completou: “Tinha até samba, é uma festa. Não sou muito do futebol, acompanho mais as fofocas (risos), mas ali a sensação é diferente, é inesquecível”.

Ana Beatriz Godoi também destacou que a atmosfera da Copa vai além do que acontece dentro dos estádios. Segundo ela, o clima de celebração toma conta das ruas, dos encontros entre torcedores e das cidades que recebem os jogos. “No Carnaval, a gente espera o ano inteiro pelo desfile. Na Copa é a mesma coisa. Quando chega, parece que o mundo inteiro entra na festa”.

Acostumada a desfilar diante de grandes públicos, a rainha de bateria contou que gosta de observar o comportamento das torcidas. “Eu adoro observar a torcida. Tem país que canta o jogo inteiro, tem gente que capricha no figurino, leva instrumento, faz coreografia… É impossível não lembrar de uma escola de samba”. Para ela, esse envolvimento torna a experiência ainda mais marcante.

A sambista também acredita que o torcedor brasileiro se destaca pela forma como transforma o futebol em celebração. “O brasileiro gosta de transformar tudo em festa, né? A gente canta, dança, abraça quem nunca viu na vida. Acho que é por isso que futebol e Carnaval combinam tanto. Os dois mexem com a emoção. São paixões nacionais”. Depois da Copa, ela retomará a preparação para o próximo Carnaval com ensaios e compromissos da Rosas de Ouro.

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